Islândia #9 - Reykjavik e nosso último dia da lua-de-mel

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Nosso último dia na Islândia começou após uma noite super bem dormida numa cama de verdade após uma semana no motorhome. Fomos pra um café-da-manhã num café super fofo na frente do hotel e nosso único compromisso do dia era fazer um walking tour, que é uma coisa que eu sempre acho que vale muito a pena em viagens.


Após o café demos uma volta pela rua principal e tiramos umas fotos, mas o clima começou a virar e a chuva a cair. Voltamos pro hotel pra nos trocarmos e colocamos toda nossa roupa à prova d'água porque duas horas de caminhada naquela chuva não ia ser fácil. Também deixamos a mochila da câmera no hotel, porque não ia rolar mesmo fotografar na chuva.


Fomos pro ponto de partida do walking tour e logo foi chegando mais gente - fiquei bem surpresa. Não era alta temporada, em tempos de Covid, debaixo de chuva, e tinha bem mais de 20 pessoas se reunindo em volta do nosso guia, um americano-islandês cujo pai americano tinha ido pra Islândia a serviço militar e conheceu sua mãe, islandesa.


lua de mel na islandia, um dia em reykjavik

Islândia #8 - Blue lagoon e a primeira noite em Reykjavik

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Nossa viagem chegava ao fim, mas esse seria um dia especial: o dia em que conheceríamos a tal da Blue Lagoon! Estava empolgada! Antes de comprarmos os tickets online, ficamos na dúvida se dirigiríamos até o hotel em Reykjavik pra deixar as coisas e depois voltar pa devolver o carro, mas acho que o jeito que fizemos foi o melhor.


Antes de devolver o motorhome pra locadora de carros tivemos que limpá-lo - ou seja, ter certeza que tiramos todos a sujeira, dejetos, encher o tanque d'água. Paramos num posto indicado pela moça do acampamento onde passamos a noite anterior e lavamos ele por fora também. Tudo isso havia sido exigido pela empresa mediante multa caso não o fizéssemos.


Aí devolvemos o motorhome perto do aeroporto e de lá eles chamaram um táxi pra nós. O táxi pra Blue Lagoon custou 40 euros e a viagem levou mais ou menos 20 minutos. 



Islândia #7 - cachoeira atrás de cachoeira e uma cratera de vulcão

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Depois do perrengue da noite anterior tentando trocar o botijão de gás do carro, dormimos em Staður. Nosso plano inicialmente seria seguir mais ao norte e explorar aquela península, mas não tínhamos mais tanto tempo e pensando no que poderíamos visitar sem ficar muito corrido, decidimos abortar a missão.


Sendo assim, seguimos sentido Reykjavík e a primeira parada do dia foi pra ver duas cachoeiras meio escondidas: Benefoss e Ankafoss. Na verdade, não vi nada sobre essas cachoeiras em lugar nenhum, mas apareceu no Google Maps e resolvemos ir dar uma olhada. Já tínhamos visto mil cachoeiras? Sim, mas sempre tem espaço pra mais uma, né?




Islândia #6 - A segunda maior cidade, sorvete e cavalos islandeses, e perrengue, claro!

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Nosso sexto dia na Islândia totalizou quase 4 horas de estrada e foi tão cheio de aventuras quanto o dia anterior. Começou com um clima super delícia, céu azul, um solzinho gostoso e acolhedor - estávamos perto do lago Mytvan e a vista era fantástica! Do camping fomos direito pra uma cachoeira que eu tava bem ansiosa pra conhecer, a Godafoss


A água do rio Skjálfandafljót cai de uma altura de 12 metros e tem uma largura de 30! Há uma trilha na região, mas a gente preferiu só admirar a cachoeira do miradouro, de longe mesmo. Como a Godafoss tava no caminho pra nossa próxima parada, não foi um esforço dar uma paradinha lá.


Mytvan iceland

Mytvan iceland

Islândia #5 - Cachoeiras e atividade geotérmica

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Começamos o nosso quinto dia em solo islandês saindo de Egilsstaðir e esse foi o dia em que eu de fato dirigi! Até então tinha feito uns trechos curtos de 10 minutos aqui, 20 ali, 40 acolá. Dessa vez, foram duas horas direto. Pode parecer uma coisa simples, mas pra mim tinha três fatores que pesavam demais:


1) Eu tava dirigindo do outro lado, porque na Irlanda aprendi a dirigir na mão inglesa; 2) O motorhome é gigante, e mantê-lo dentro da pista do lado onde não tô acostumada a dirigir é bem mais difícil do que parece; 3) Eu tirei a habilitação em 2020 mas quase não peguei no carro por causa da pandemia. Ou seja, me senti muito vitoriosa por ter tido coragem de não só dirigir do outro lado como dirigir um carro enorme sendo uma motorista inexperiente!


Islândia #4 - Poucos km rodados devido à tempestade!

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 No nosso quarto dia de Islândia acordamos cedo na esperança da tempestade ter passado, mas tava só começando. Abrindo a porta do motorhome era uma mini-piscina, e foi um sufoco tirar o cabo da eletricidade sem pisar naquela super poça d'água pra poder simplesmente mudar o carro pra um lugar menos "fundo".


Passamos a manhã toda no motorhome sem fazer nada, porque ventava muito e não era seguro sair. Como citei no último post, a recomendação é de que se dirija um carro desse quando os ventos estão no máximo a 10km por segundo, mas na ocasião estava 14 com picos de 19 por segundo - não tinha condições. Comemos com calma, nos arrumamos, e depois de umas 3 ou 4 horas, achamos que dava pra seguir dirigindo devagarzinho - eu que comecei nesse dia.


Confesso que deu medo porque o carro balançava, mas eu estava bem abaixo da velocidade indicada e além disso, por aquelas bandas o vai-e-vem de carros era muito menor. Resolvemos fazer uma parada a uns 40 minutos do acampamento pra ver uma praia, mas veio a surpresa: quando parei o carro e puxei o freio de mão, o carro simplesmente não parou!



Islândia #3 - Diamond Beach e a maior geleira da Europa

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Nosso terceiro dia na Islândia foi intenso. Esse foi um dia especial, onde tínhamos nos planejado pro único passeio que realmente estava reservado: snowmobile na maior geleira do país - e da Europa!


Na verdade, é possível fazer várias "coisas radicais" na Islândia, mas em setembro, nem tudo está disponível porque ainda não está nevando, né? Então pesquisamos e vimos que havia a opção de fazer esse snowmobile, que é tipo andar numa moto pra neve mesmo. Não é um passeio barato, mas era nossa lua-de-mel e decidir fazer. Fomos com a empresa Glacier Journey e pagamos em torno de 350 euros no total. Ah, é necessário ter carta de motorista pra dirigir o snowmobile!


Pra esse passeio dar certo, meio que precisamos organizar os dias de antes com mais rigidez - e por isso foi até mais corrido - pra dar tempo de estarmos no local de onde sairia o passeio. Então voltemos pra noite no dia 2:



Islândia #2 - Cachoeira a 360º, praia de areia vulcânica e cidade de 750 habitantes

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Depois do passeio na Secret Lagoon no dia anterior, pesquisamos algum camping aleatório no meio do caminho entre a mesma e nosso primeiro passeio do dia seguinte, que seria a cachoeira Seljalandsfoss. Encontramos um suuuuper básico, que era basicamente um gramado com aqueles postes elétricos e um local pra gente jogar o lixo fora e também os dejetos do vaso que ficava no motorhome.


Era realmente muito básico, e pra piorar a situação, por algum motivo nosso cabo de eletricidade não funcionava de jeito nenhum. Assim, o carro tem uma entrada pra eletricidade e você liga o cabo de um poste até o carro, tipo tomada normal mesmo. No fim das contas, emprestamos o cabo de uma única van que estava lá, um casal espanhol, só pra cozinharmos rapidão. Devolvemos o cabo pra eles e fomos dormir no escuro porque sem o cabo não tinha como ter eletricidade dentro do carro.


Foi estressante porque na noite anterior tinha funcionado direitinho - e já dando um spoiler - depois vimos que conectamos errado e não deu mais problema daquele momento em diante.



Islândia #1 - Parque nacional, gêiser, cachoeira e lagoa secreta

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Estava muito na dúvida de como escreveria essa série de posts - se faria um post pra cada local, se faria um índice principal com dicas... mas convenhamos: esse não é um blog de informações oficiais, e se algum dia já tive a pretensão de tornar esse humilde espaço na interwebs de blog de viagem, já desisti faz tempo.


Então vai ser em formato de diário mesmo. Ainda bem que fui fazendo uns resumos de todo dia na época lá no instagram e deixei tudo salvo. Assim, consigo ir lembrando o que fizemos em cada dia/local. Talvez eu faça um post final com dicas imperdíveis ou algo desse tipo, mas veremos o que o tempo e minha disposição fazem.



Retrospectiva 2021

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Restrospectiva chegou um pouco atrasada, mas chegou. Estranho falar sobre o ano como um todo quando eu mal dei as caras por aqui, embora ainda queira registrar em detalhes muita coisa que aconteceu em 2021. Eu fico prometendo que volto pra escrever mais, e nisso já tem coisa de anos que tô postergando, mas abandonar o blog eu não abandono não!


Adoro reler meus posts de retrospectiva, ver o que eu planejava, o que deu certo, o que não deu, pensar nas coisas que fiz no ano... mas nessa pandemia, parece que é tudo um borrão, né? Estamos sobrevivendo aos trancos e barrancos, e sei que não posso reclamar pois no geral meu 2021 foi até melhor que 2020. (pra ler sobre as outras retrospectivas, basta clicar no link do post do ano passado onde eu deixei links para todas elas desde que esse blog existe)


Vamos lá?



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