Quatro anos de Irlanda!

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No dia de 20 de março que fiz quatro anos de Irlanda e honestamente, parece que o aniversário de três anos foi ontem. Esse último ano foi tão corrido, tão cheio e tantas coisas aconteceram que eu não acreditei quando vi a data no calendário. Quatro anos!

Comentei nos últimos posts por aqui que ando ocupada, trabalhando em duas escolas, meio sem tempo de fazer nada - o blog tem andado meio abandonado, mas jamais esquecido. Portanto, um breve resumo do que aconteceu nesses meus últimos 360 e poucos dias:

  • Passei a minha Páscoa na Irlanda com direito à caça aos ovos de chocolate e até umas reflexões sobre a data que renderam esse post aqui.
  • Visitei alguns lugares novos na Irlanda como parques, cavernas, monumentos, lagos, cidades... nunca canso de explorar esse país lindo! (e tá tudo documentado por aqui, é só procurar no arquivo do blog)
  • Tive a confirmação da bolsa de mestrado pela universidade e concluí o curso com excelentes notas. Escrevi minha dissertação e foi tudo bem mais tranquilo do que eu havia imaginado!
  • Fui pra três festas de casamento em três países diferentes: interior da Irlanda, Portugal e Brasil.

Wishlist #1

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Eu venho pensando em fazer esse tipo de post há um tempo. Não é nada original e todo mundo já fez/faz, sabe? Não sou nenhuma compradora compulsiva, nenhuma Becky Bloom da vida, mas também não sou de ferro. Adoro uma comprinha, mas tenho tentado fazer compras mais conscientes - ou seja, comprar produtos melhores, que vão durar mais, que trarão qualidade pra minha vida.


Eu já sei que não adianta, não dá pra querer comprar a roupa mais barata, o sapato mais barato, a bolsa mais barata, porque eles não vão durar. Com a idade, tenho aprendido o que dá pra ser barato na vida e o que não dá. E tenho sempre uma listinha de coisas que ando querendo adquirir, seja porque realmente preciso, seja porque alguém me recomendou, ou simplesmente porque vi e gostei. Sim, a moda é passageira, estão sempre nos incentivando a comprar certas coisas, mas se você de fato gosta daquilo, por que não?

Essa minha primeira lista engloba itens de cuidados com cabelo, pele, maquiagem e vestuário. Simbora?

Blarney: o retorno

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Num dos meus primeiros feriados vivendo na Irlanda, em junho de 2013, fiz uma road trip com uns amigos pela Irlanda passando por várias cidades - entre elas, Cork e Blarney. Na época fui a única a querer entrar no castelo, então não passei muito tempo por lá que já que os amigos estavam esperando e só tirei algumas fotos, subi, tirei a minha foto beijando a pedra da eloquência e fui embora.

No final de 2016 minha família veio passar o Natal aqui e como o R. queria ver sua família em Cork, passamos um tempinho por lá e aproveitamos pra levá-los pra Blarney. R. mesmo cresceu por ali e nunca tinha visitado o castelo e como o clima estava muito bom (frio, mas não muito, super calmo, sem ventos típicos de dezembro), achamos que renderia um passeio bacana. E rendeu.

A entrada está um pouco mais cara do que quando fui, mas os jardins e a área do local é tão grande e dá pra fazer tanta coisa, que pensando por esse lado, nem é tão caro assim. Há, além do castelo de Blarney, um jardim com plantas venenosas, além de um lago, outras construções lindas, espaço pra caminhar, cachoeiras, etc, etc.

Professora em tempo integral

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Então que eu arrumei um outro emprego. Na verdade, minha vida anda meio bagunçada nesse sentido pois estou como barata tonta andando de um lado pro outro, mas faz parte, não é mesmo?

Tudo começou quando descobri que o A., que foi meu professor no curso preparatório de CPE que fiz em 2014, era diretor (ou como eles chamam aqui, director of studies) de uma super escola no centro da cidade. Nem acreditei. No dia seguinte mandei email pra ele dizendo que eu tinha interesse em trabalhar lá e em menos de uma semana eu estava na sala de aula.

Atualmente, no período da manhã, continuo trabalhando na mesma escola onde estou desde novembro do ano passado. Aí almoço correndo e vou pra outra escola no período da tarde.

É cansativo estar em dois lugares ao mesmo tempo porque você não consegue estar 100% em nenhum dos dois - não consigo participar de reuniões, por exemplo, porque na hora da reunião eu tô no caminho pra outra escola. Mas acho que isso não é um problema. Ambas as escolas estão cientes de que trabalho em outro lugar e por enquanto, super tranquilo.

Vista da escola à tarde (foto de capa)

Aquele outro da conferência

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No ano passado eu participei de uma conferência para professores de inglês aqui em Dublin que mudou demais a minha vida. Pode parecer clichê, mas todos os eventos que se desencadearam após essa conferência tiveram consequências extremamente positivas pra mim pessoal e profissionalmente.

Por conta disso, não pensei duas vezes quando tive a chance de tentar me apresentar nessa conferência novamente em 2017!

Quando eu tava escrevendo minha dissertação sobre professores não-nativos em Dublin, eu já sabia que os meus resultados não poderiam ficar restritos à minha tese que seria lida por, no máximo, 4 ou 5 pessoas. Eu queria muito compartilhar o que havia descoberto sobre o mercado na capital irlandesa e mandei a proposta de apresentação pra ELT Ireland ainda no ano passado. Passados alguns meses, fui aceita pra me apresentar novamente e a partir daí, foi só a questão de resumir os meus resultados, fazer uns slides legais e me preparar para a apresentação!

Vá-se embora, Fevereiro!

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Cara, que mês corrido foi esse o de fevereiro. A verdade é que eu realmente quis muito que esse comecinho de ano passasse rápido já que tinha muitas burocracias pra resolver - renovação de passaporte, regulamentação do meu visto por aqui, entre outras coisas.

Além disso, foi um mês difícil porque eu tive que me preparar para a conferência ELT Ireland que aconteceu dois fins de semana passados e que foi excelente, inspiradora e muito "abridora de portas" pra mim. Quero falar com mais detalhes em outro post com certeza...

Aí além de tudo isso, eu arrumei um ouuutro emprego: dessa vez, trabalhando à tarde numa escola enorme que acabou de abrir uma nova filial e está simplesmente bombando. Tipo, eles são a escola com o maior número de alunos na cidade! Tudo começou meio sem querer quando descobri que o diretor pedagógico da escola era nada mais nada menos do que o meu professor do curso preparatório para CPE que eu fiz em 2014. Como comecei cobrindo aulas aleatórias, fiquei muito perdida e confesso que ainda estou. Mas essa história fica pra outro post também!

Italiano, mi mancava!

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Eu queria muito voltar a estudar italiano em 2017, mas por causa do meu emprego que ainda não é instável e tal, deixaria mais pra frente no ano. No entanto, o R. acabou me convencendo a fazer o curso agora, afinal de contas, é uma coisa que eu queria muito e por que adiar?

Eu ia estudar na mesma escola onde ele estudava quando nos conhecemos, que é uma escola um pouco menor e tal, mas resolvi me matricular em outra porque quando comecei a olhar as datas de aula, eu já teria perdido alguns dias na outra escola, sendo que no Istituto Italiano di Cultura as aulas só começariam em fevereiro.

Mandei email perguntando sobre os cursos e a prova de nível - afinal de contas, como eu já estudei italiano antes, não começaria o curso no nível iniciante. Marcamos uma data e lá vai a Bárbara fazer a tal da prova.

O bizarro dessa situação é que na minha vida eu já fiz muita, mas muita prova de nível com alunos que queriam começar a estudar inglês. Então tipo, é meio estranho estar do outro lado da moeda. Fiz a prova do B1.1 e fui super bem (como eu já esperava). Uma professora conversou um pouco comigo mas super informalmente, bem tranquilo.


Dirigindo na Irlanda #1

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Uma das minhas metas pra antes dos 30 é aprender a dirigir e tirar minha habilitação aqui na Irlanda e iniciei o processo ainda no meio de 2016. Apesar de estar atolada (na época) com o mestrado e o trabalho no verão, o fato é que eu tinha encasquetado que precisava fazer pelo menos a prova teórica ainda no ano passado!

Eu tinha a habilitação brasileira. Fiz as aulas e prova teórica (não passei da primeira vez, afff), fiz as aulas práticas e "passei" na prova, isso lá em 2006. Na verdade o meu instrutor fez um bem bolado e paguei pra passar na prova, mas acredite, mesmo sabendo que eu passaria, chorei a prova inteira, fiquei nervosa, um horror. No fim das contas, eu nunca dirigi um carro de verdade - somente nas aulas - e a habilitação nunca foi usada. Já venceu, não renovei e fim da história.

Sendo assim, precisaria começar o processo todo do zero aqui na Irlanda, e tudo bem. Já que era pra aprender, queria aprender direitinho, fazer tudo nos conformes. Busquei as informações necessárias e coloquei as mãos na massa!

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