Oi, Fevereiro, chega mais!

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Fevereiro chegou, e mal vi janeiro passar! Sempre acho o primeiro semestre do ano mais arrastado, mas caramba, essas semanas voaram. Também, não é pra menos: mudamos de casa, pra nossa casa, e tem sido uma onda de coisas pra fazer, resolver, comprar, arrumar... parece que ainda não caiu a ficha. É obviamente uma mudança muito grande, e conforme cuidávamos de tudo isso, o tempo foi passando e fevereiro chegou.

E como anda a vida nesse momento?

Bem, se você chegou aqui porque gosta de ler sobre a Irlanda e/ou viagens, sinto lhe informar, mas essa que vos escreve anda bem sem graça nesse aspecto. Há muito tempo não visito nenhum lugar novo por aqui e viagem mesmo, só em abril, quando formos ao Brasil. No entanto, ainda quero falar sobre a viagem que fizemos à Verona no ano passado, além de Estocolmo e também um pouco mais sobre a Ásia - falta o post sobre o Camboja y otras cositas más.

A vida vai muito bem, obrigada. Finalmente nossa casa está ficando com cara de casa habitada por gente, já temos cortinas, espelhos, e até mesmo um escritório. Confesso que esse é um sonho de princesa difícil de acreditar que foi realizado, visto que antes mal tínhamos uma mesa na outra casa. Só de ter uma mesa, um espaço pra preparar aula, escrever esse post, guardar pastas e documentos, tem sido maravilhoso!



Comprando uma casa na Irlanda

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Olha, nem sei bem como começar esse post, porque vou dizer que comprar uma casa não é um processo fácil muito menos barato, mas como sempre, eu gosto muito de deixar as coisas registradas pra posteridade! :)

Nosso plano de comprar nossa própria casa se intensificou muito em 2017. Não só porque nós estávamos cansados de pagar um aluguel muito alto, mas também porque vai chegando uma hora na vida adulta e de um casal que começa a dar essa coceirinha de ter o seu próprio canto, o seu ninho. Nós já tínhamos uma grana que vinha sendo guardada, mas não sabíamos muito bem como nem quando nem QUANTO precisaríamos.

E 2018 chegou. Assim que voltamos de viagem da Ásia, sentamos e começamos a fazer nossa lição de casa. Lemos diversos artigos com dicas da "sequência de fatos" que rola quando alguém quer comprar uma casa, e fomos pensando e arquitetando em como faríamos tudo. Nos nossos planos, passaríamos 2018 todo no processo e talvez comprando alguma coisa até o fim do ano pra nos mudarmos com sorte no primeiro semestre de 2019.

Fonte


Paris, o retorno

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Paris foi a minha primeira viagem ao lado do R. como namorados, há pouco mais de cinco anos atrás. Ainda me lembro como se fosse ontem da gente pensando num lugar pra passar o feriado juntos, e de como Paris seria romântico e interessante, já que nenhum dos dois havia conhecido a capital francesa até então.

Nós gostamos de Paris na ocasião, mas nesses últimos cinco anos e meio, viajamos muito, muito juntos, e Paris acabou ficando pro "final" da nossa lista de lugares pra voltar. Até brincávamos que voltaríamos daqui a muitos anos pra reviver aquela primeira viagem, mas seria uma coisa mais longínqua mesmo.

Até que minha cantora preferida, Laura Pausini, anunciou sua turnê 2018. Eu, como sempre, não deixo de prestigiá-la e vê-la ao vivo, porque é sempre maravilhoso demais. Mas o show que eu queria ver mesmo era em Roma, e ficaria caríssimo ir pra Itália em pleno verão. Então no fim, a única data em que poderíamos viajar sem precisar pegar nenhum dia de folga seria Paris - coincidentemente, praticamente cinco anos após nossa primeira viagem pra lá!


O primeiro post de 2019

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Olá! Bem-vindo, 2019!

Estou muito feliz em começar o ano de uma maneira totalmente nova pra mim: mudando de casa! No entanto, dessa vez estamos mudando permanentemente, pra nossa própria casa, e isso tem trazido novidades, desafios e muitos momentos gostosos!

Nós pegamos a chave um pouco antes do Natal, e conseguimos já colocar os pisos, o que ajudou muito! Como o R. trabalha perto também, ele veio trazendo a mudança gradativamente. Assim, quando nos mudamos mesmo, no primeiro fim de semana do ano, quase tudo já estava aqui.

Não temos móveis - quer dizer, a cozinha já veio com armários e appliances como geladeira, fogão e máquina de lavar roupas e louças, então já estamos usando esse cômodo quase que em sua total capacidade. Ainda falta mudar o piso da cozinha e colocar uma ilha, mas por enquanto, já temos todos os acessórios necessários pra cozinhar (ganhamos muita coisa da família do R., mas também compramos muita coisa em promoção na época do Natal).

Fonte

Retrospectiva 2018

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Mais um ano que se passa, mais um ano sem... ops, música errada, rs. Mas não consigo resistir, mais um ano que se passa, mais ciclos se fechando, portas se abrindo, e aquela sensação de alegria por ter saúde física e mental pra aproveitar o que a vida tem de melhor!

Já são anos escrevendo esse blog e apesar dos blogs estarem sofrendo uma morte lenta, continuo firme e forte registrando para a posteridade. Se centenas de pessoas lêem o meu humilde blog, já não me importo mais. Numa era em que tudo é foto, vídeo, e qualquer parágrafo na internet é precedido de desculpas porque "lá vem textão", me considero vitoriosa por continuar não só com o blog vivo, mas também sempre atualizado.

2018 foi um ano maravilhoso, e se eu tinha dúvidas de que ele seria melhor do que 2017, posso confirmar que a vida tem sido muito generosa comigo!




Viagens do ano: 2018

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Ahhhh, um dos posts que mais gosto de escrever e faço questão de publicar aqui no blog! A retrospectiva das viagens do ano, lugares por onde passei. É uma maneira maravilhosa de sentar, agradecer, reconhecer o privilégio de poder ver tanta coisa com esses olhinhos que a terra um dia há de comer.

Não sei bem o porquê, mas ao passo que tenho pensado cada vez mais em como sou privilegiada, também tenho pensado muito na nossa finitude. A vida passa rápido, um dia não estaremos mais nessa terra, e o que teremos feito? Claro que tento aproveitar ao máximo, e tenho muita consciência de que sou uma pessoa privilegiada, com família, amigos, saúde, teto sob minha cabeça, trabalho, um parceiro de vida maravilhoso...

Então parando pra olhar todos os lugares que tenho e tive a oportunidade de conhecer, sim, só tenho que ser agradecida e não esquecer do privilégio e maravilha que é poder realizar tantos sonhos!


Preferidos de 2018: séries e filmes

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Ok, todo ano eu venho falar que o ano foi fraco em termos de filmes e séries, e a verdade é que o negócio tá ficando cada vez mais morto, hahaha. Não sei porquê, mas temos nos ocupado com muitas outras coisas, tipo viver a vida, rs, então não tem sobrado tempo pra muita TV não.

No mais, a gente tentou ir ao cinema algumas vezes esse ano, já que sabíamos que nos mudaríamos em breve e queríamos aproveitar ao máximo o fato de que estávamos a 10 minutos a pé do cinema Lighthouse e 20 minutos do Cineworld.

Mesmo assim, olhando a lista fiquei meio murchinha porque vi uns filmes bem dos ruinzinhos esse ano, mas faz parte.



A nossa casa

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Num post umas semanas atrás eu comentei que tinha uma grande novidade na minha vida, mas ainda não tinha contado pro mundo porque não estava 100% concluído, e nessa altura da vida eu prefiro guardar as coisas um pouco pra mim antes de sair divulgando, sabe?

Pois bem. Eu e R. já estávamos pensando em ter nossa casa própria há alguns anos. Na verdade, mesmo tirando a pressão que recebíamos de familiares de "quando vamos comprar", a gente queria sair do aluguel. O negócio é que os aluguéis em Dublin não param de subir, e já estávamos com aquela vontade de ter o nosso próprio canto no mundo, de criar raízes. Tanto eu como o R. queríamos ficar em Dublin e sabíamos que era uma questão de tempo até de fato termos nosso próprio imóvel.

Várias simulações financeiras mostram que pelo menos pra cidade onde moramos, compensa mais pagar um financiamento, que aqui é chamado de mortgage (hipoteca) do que continuar pagando aluguel. Estávamos morando numa casa pequena em Dublin 7, com dois quartos (sendo um deles bem pequeno) pagando 1400 euros por mês de aluguel, o que pra região, é bem pouco. A gente de vez em quando dava uma olhada no Daft e ficava bobo com os preços de alugueis pra casas iguais à nossa. A dona da casa onde morávamos era super bacana e nos quase três anos que moramos naquele endereço, não aumentou o preço do aluguel.




Fui pra Paris por causa dela

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Esse foi o meu quinto show da Laura Pausini. Parece até estranho, porque mesmo as pessoas que eu conheço que são fãs de alguma banda/cantor nunca foram tantas vezes ver o seu ídolo ao vivo, mas o fato é que eu amo ver essa mulher cantar. Claro que eu me contento em ouvir uma playlist no spotify, mas a energia e encanto dela cantando ali, na minha frente, me traz uma alegria, uma paz, é estranho explicar.

Já vi a Laura cantar em São Paulo duas vezes, uma em Roma, uma em Milão, e agora, em Paris. Confesso que de todos os lugares do mundo, onde eu menos gostaria de vê-la é em Paris. Não porque eu não goste da cidade, pelo contrário! Mas não sou muito chegada na língua francesa, e a Laura sabe falar francês - então eu sabia que ela ia falar mais francês do que italiano no show, o que é um pouco frustrante pra mim, mas ok, o que vale mesmo é vê-la cantar, né?

Sua turnê Fatti Sentire World Tour começou em Roma - eu queria muito ter ido lá. Mas foi bem no meio do verão, e as passagens pra Itália nessa época do ano são caríssimas. Então eu literalmente saí procurando qual show cairia num sábado pra um lugar que eu pudesse ir sem ter que gastar uma fortuna (eu não tinha mais dias de férias pra tirar!). E esse lugar foi Paris. De todo modo, foi uma ótima oportunidade de voltar à cidade-luz na companhia do R., exatamente cinco anos depois da nossa primeira viagem juntos pra lá!

Fazendo os rhycos em Macau

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Eu sigo uma página no Facebook chamada Culture Trip que sempre posta uns videozinhos legais de lugares interessantes pelo mundo, pontos turísticos diferentes e tal. E muitos e muitos meses atrás, quando já tínhamos comprado passagens para a Ásia e já na fase de planejar o que fazer em cada lugar especificamente, me deparei com um vídeo do Culture Trip que me deixou super animada: um parque aquático num dos hotéis/cassinos em Macau.

Eu não sou muito fã de água (não no sentido de banho, claro, risos), não sei nadar, tenho medo de um monte de coisa, mas esse parque tinha um tal de tubo transparente no meio do parque, era meio que uma piscina elevada, difícil explicar. Fiquei louca, e quando fui pesquisar, vi que era possível comprar o day pass pra usar a piscina sem ser hóspede do hotel. Separamos a grana no orçamento pra fazer esse rolê e seguimos a vida.

O hotel em questão é o Galaxy Macau. Só de curiosidade fui olhar o preço pra ficar uma noite lá e a mais barata, sem café da manhã, pra duas pessoas, é 300 euros. Se pensarmos que eu e o R. chegamos a pagar 10 euros em hotéis pela Ásia, dá pra ter uma ideia, né? Então valeu a pena pagar o day pass - que ficou em torno de 70 euros para nós dois. Você tem acesso à todas as piscinas do complexo, pode usar os lockers, chuveiro, toalha, etc.


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