And since I made it here I can make it anywhere [NY 3/3]

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Nos nossos terceiro e quarto dias em Nova York, eu já estava me sentindo melhor da febre e super animada de estar naquela cidade. Eu sei que já falei que parecia um sonho estar lá, mas é verdade. E repito: não sou paga-pau de americano, mas Nova York é um outro patamar, é um lugar tão icônico, tão multicultural, tão diverso, tão foda! Eu realmente não acreditava que estava lá.

Mas tá. Tomamos café e pegamos metrô, como todos os dias, pra uma região chamada DUMBO - down under the Brooklyn Bridge. Essa região foi revitalizada recentemente - ou deveríamos dizer HIPSTERIZADA e GENTRIFICADA? Meu, sabe aquelas lojinhas que vendem plantas, produtos veganos e café orgânico? Então, você só encontra isso por lá. Mas as ruas são uma graça, e a vista da ponte lá de baixo é tão bonita quanto o que tínhamos visto de cima, acaba sendo irresistível conhecer e fotografar.

Nesse dia fomos comer numa pizzaria na região que era super bem cotada e a pizza tava realmente deliciosa, uma das melhores refeições que fizemos por lá!

Start spreading the news... [NY 2/3]

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Nos dias em que estive em Nova York, não tive como não pensar em tantas músicas sobre a cidade. Ela tem um peso e uma influência na cultura pop, até difícil explicar, né? O fato é que pra quem gosta de cinema, música, arte, Nova York é mesmo indispensável. Espero ter a oportunidade de voltar outras vezes nessa vida!

Quando descarreguei as fotos da câmera e celular pro computador, levei um susto: eu tirei pouquíssimas fotos na cidade. Não sei se foi porque eu tava meio doente, ou porque realmente eu esteja tirando menos fotos, mas o fato é que foi até fácil selecionar as melhores como sempre faço pra imprimir depois - afinal, as opções de escolha eram bem mais limitadas!

Tentamos agrupar as atrações que queríamos visitar por região - assim, gastaríamos menos tempo no transporte público. Então ficou assim:

Dia 1 - Chegada, Brooklyn Bridge, caminhadinha pela região
Dia 2 - Top of the Rock, Central Park, Times Square
Dia 3 - DUMBO, ferry até a Estátua da Liberdade, Museu do 11 de Setembro, musical na Broadway
Dia 4 - High Line, prédio do Friends, algumas lojas que queríamos conhecer


Concrete jungle where dreams are made of [NY 1/3]

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Já fazia muito tempo que eu queria conhecer os Estados Unidos, principalmente Nova York. Podem dizer o que quiser, que é um país imperialista, extremamente capitalista, que as pessoas são X ou Y.... mas NY é uma cidade icônica, e grande parte do meu background cultural é americano, então uma hora ou outra eu tinha que pisar nessa cidade com meus próprios pés!

Uns anos atrás eu descobri que dava pra ir ao Brasil fazendo uma escala em NY, e não só isso, mas como dava pra literalmente desembarcar, ficar lá uns dias e depois seguir viagem, bem parecido com o que eu fiz quando vim pra Dublin saindo de São Paulo e parando em Istambul.

Na época, cheguei a fazer meu visto americano aqui em Dublin pra me preparar pra esse momento, mas o momento não veio: na época em que viajaríamos pro Brasil, fim do ano, as passagens estavam caríssimas. Não compensava fazer essa parada nos EUA, então deixamos pra lá.

Mas tudo tem a sua hora. Quando decidimos ir pro Brasil em abril de 2019, fomos procurar as passagens fazendo a escala nos Estados Unidos e bingo: encontramos! Pagamos o mesmo preço que teria sido fazer uma conexão em Londres ou Paris, como já fizemos antes, por exemplo.




Show das Spice Girls no estádio Wembley, em Londres

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Eu nunca vou me cansar de repetir o quão privilegiada e sortuda eu sou. Depois de realizar tantos sonhos nessas minhas 31 primaveras, a vida continua me surpreendendo e presenteando de modos que eu jamais esperaria! Uma dessas surpresas aconteceu em junho de 2019, quando tive a oportunidade de ver ninguém mais ninguém menos do que as Spice Girls ao vivo!

Antes: uma volta no tempo


Então vamos fazer um throwback rapidinho? Vamos. Corta pra 1998, quando Barbarella tinha apenas 11 anos de idade e amava ouvir música, começando seu vício na falecida MTV Brasil. Ela não sabia falar inglês - aliás, começou a estudar nessa época, mas fingia que sabia cantar, dançava na frente da TV com as primas e se inspirava naquelas inglesas incríveis que tinham o mundo aos seus pés.

A verdade é que acho que toda uma geração foi influenciada pelo girl power, pela cheekiness das Spice Girls, pelo discurso feminista, pelo figurino ousado, por tantas tendências... e por sua música, claro! Elas fascinaram o mundo, deixaram o Mandela todo bobo, fizeram gracinha com o príncipe Charles e colocaram a cultura britânica novamente no mapa, ainda que essa não tenha sido a intenção.


Fazendo o Celi 3 - prova de nível B2 em italiano

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Desde o ano passado eu já tinha decidido que queria fazer um exame oficial de italiano. Tendo estudado por tantos anos - tanto no Brasil como na Irlanda, eu senti que precisava de um norte, um objetivo. Não tenho necessidade de estudar italiano, o faço puramente porque gosto da língua. Então eu acabava ficando meio solta demais, sabe?

Achava que fazer um exame me daria um prazo, algo para o qual eu poderia realmente me dedicar. E obviamente, que independente do resultado, eu continuaria estudando, melhorando... e foi o que fiz.

Existem dois exames que provam seu nível de italiano: o CILS ou o CELI. Se não me engano, optei pelo CELI pois era possível fazê-lo em Dublin mesmo, porém apenas uma vez ao ano. Mesmo tendo menos de 6 meses para o exame que seria dia 24 de junho, eu resolvi arriscar. Me inscrevi também num curso preparatório onde estudo italiano há quase um ano e embarquei nessa jornada!

Fonte


Vai ter casamento sim!

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Seis anos juntos. Muitas viagens, momentos, lembranças, romance, aniversários, Natais, piadas, risos, lágrimas, casa e vida depois... estamos noivos!

Apesar do blog estar meio hibernando esse ano, eu não poderia deixar de vir registrar esse momento mais do que especial em nossas vidas. Estamos muito, muito felizes, e animadíssimos com a prospectiva de pensar e planejar o nosso próprio casamento!

Claro que morando juntos há mais de quatro anos e tendo comprado uma casa juntos, sabíamos que mais cedo ou mais tarde, oficializaríamos nossa união. Não porque sempre foi o nosso sonho - o meu pelo menos, pelo contrário! - mas porque é um rito de passagem importante, torna os laços ainda mais estreitos, facilita burocracias, etc.

Fonte

Férias no Brasil - 5ª edição

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Em abril desse ano fomos ao Brasil para passar férias. No total, foram quase 3 semanas por lá, divididas entre São Paulo, Belo Horizonte, Maragogi e interior de Pernambuco. Eu sei, toda vez que invento essas modas me arrependo amargamente, porque a gente fica cansado demais, mas I regret nothing!

Fomos pra São Paulo saindo de Nova York (fizemos a conexão por lá e ficamos quatro dias) e chegamos numa quinta de manhã. Graças aos aplicativos de carona, agora é bem fácil chamar um carro e estar na porta de casa em mais ou menos uma hora. Inclusive porque dessa vez não pegamos fila nenhuma na imigração e nossas malas vieram logo.

Foi muito bom estar em casa dessa vez. Por algum motivo que ainda não sei bem qual, eu relaxei demais. No sentido de que não fiquei com medo de ser assaltada, raiva do trânsito... eu simplesmente deixei levar, e aceitei que estava de férias, que não há motivo pra temer e se estressar, e deu tudo muito certo. Andei de uber, 99, metrô, carro, ônibus, e não tive nenhum problema.

Eu tava com uma agenda super apertada, então todo dia, literalmente todo dia eu encontrei alguém diferente, e às vezes mais de uma pessoa no mesmo dia. Foi uma loucura, mas me senti tão amada e querida, e foi tão bom rever amigos, conversar, rir, e desvirtualizar. Porque apesar de manter contato próximo com muita gente pela internet e whatsapp, ao vivo é muito melhor!



Maio... já está no final

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Antes de mais nada: eu sempre espero o fim do mês pra reouvir essa música do Kid Abelha que tanto amo. Ahhhhhhh!

Maio já está quase no fim, e eu disse que o blog não tinha morrido - e não morreu! Tenho muita coisa pra contar aqui, viagens e coisas que fiz pra relatar, quero falar mais dessa experiência de mobiliar a casa... mas tenho estado com zero energia pra escrever. Antes eu arrumava qualquer 10 minutinhos pra escrever, agora eu fico me arrastando.

Acredito que faça parte - eu agora tenho um commute muito mais demorado, então querendo ou não, apesar de não estar trabalhando muitas horas, fico cansada e sinto como se tivesse trabalhado o dia todinho! Andar 30km de bike, ainda que elétrica, né fácil não.

As próximas semanas serão super intensas por aqui, temos um monte de coisa programada e o trabalho deve ficar mais cansativo pra mim. O R. também tá mudando de projeto no trabalho, o que significa trabalhar mais e até mais tarde, e essas coisas acabam afetando um ao outro, né?



Esse blog não morreu

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Desde que criei esse humilde blog em outubro de 2012, jamais tinha ficado tanto tempo sem postar nada. Sempre consegui me programar bem, e quando vim pra Irlanda, tinha tanta coisa nova acontecendo que eu postava cinco vezes por semana, tinha que me controlar!

A vida foi ficando mais normal, com mais estudo, trabalho, vida social e viagens pra equilibrar, e apesar das coisas da vida adulta, sempre consegui manter o Barbaridades atualizado, na medida do possível. Escrever aqui é um alento, um momento de paz pro meu coração, e nunca vou deixar de escrever.

No entanto, preciso dizer que desde o ano virou, estivemos tão ocupados com a casa nova e com nossa viagem ao Brasil que eu mal consegui postar nada, e percebi que passei o mês inteiro de abril sem nem uma linha escrita.

Ainda tem muitos assuntos que quero comentar aqui, mas também tenho muitos assuntos pendentes e coisas acontecendo: mobiliar a casa, renovar minha habilitação de aprendiz e tentar a prova de direção de novo, meu exame de italiano, alguns shows que vão rolar em uns meses, visitas da família do R., etc, etc, etc... os próximos meses estão totalmente cheios, e não duvido que não consiga postar aqui o tanto quanto gostaria - se é que conseguirei.


Ano Novo em Estocolmo

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Em fevereiro de 2016 eu fiz um post onde comentava que ainda queria muito conhecer a capital da Suécia... na época eu não imaginava que ia acabar ficando "permanentemente" (nada é permanente nessa vida!) na Irlanda e que por isso, teria outras chances de conhecer outros países do continente.

Mas antes mesmo de começar, um disclaimer: você verá muito as palavras "caro", "caríssimo", "nada barato" e outras variantes nesse post. Ô cidade cara essa Estocolmo!

Mas enfim, tentamos planejar viagem pra lá algumas vezes, mas as passagens sempre eram muito caras, então fomos deixando. Passou 2016, 2017, e quando foi 2018, vimos a chance de finalmente pisar na Suécia. A verdade é que eu não queria passar o ano novo na Irlanda, porque honestamente, é muito chato. Não porque estou longe da família e amigos no Brasil - pelo contrário: adoro passar Natal aqui, por exemplo, mas ano novo não dá, é realmente muito chato. Então tentei convencer o R. de que precisávamos ir pra algum lugar no fim do ano... e quando foi lá pra junho, julho, vimos as passagens pra Suécia e calculamos que ia rolar.

Claro que uma viagem pra Suécia não é só cara pelo preço dos voos, mas por tudo. Trata-se de um país com custo de vida altíssimo e pra turismo também. Então achar um hotel em conta seria uma tarefa difícil, não fosse pelo fato de que 1) achamos um hotel super legalzinho por um preço aceitável e 2) tínhamos noites de graça pelo Hotels.com, já que sempre fazemos reservas com eles.

Dito isso, compramos nossas passagens pela Norwegian e passamos quatro dias super tranquilos em Estocolmo!


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