Atenas #3 - Sul de Atenas, amigos e praia

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Eu tenho uma amiga grega, a M. que trabalhou comigo na Cultura Inglesa em 2011. Ela é casada com um brasileiro, morou no Brasil 10 anos mas foram pra Grécia uns anos atrás e óbvio que eu não ia deixar a oportunidade de poder vê-la passar.

A M. sempre foi uma pessoa querida por todos - sério! Não tinha uma pessoa que não gostasse dessa mulher. Todo mundo amava seu estilo - aquelas saias maravilhosas! - e também seu português, que era - e é - absolutamente impecável.

Então na sexta fim de tarde, um dia antes de irmos embora de Atenas, a M. nos convidou pra irmos comer alguma coisa juntos - o marido dela C., também queria nos conhecer. Nos encontramos na praça Syntagma e de lá pegamos um tram até o lado sul da cidade.



De facto relationship

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O visto de relacionamento é algo que eu e o R. vínhamos cogitando há um tempão. Na verdade, é um pouco estranho quando você está num relacionamento e sabe que dali a algum tempo, tudo pode acontecer. Quando conheci o R. não tinha planos de ficar na Irlanda pra sempre; comentei com ele que poderia renovar o visto como estudante de inglês e que provavelmente o faria porque tinha gostado muito da Irlanda. Mas ficou por isso mesmo, deixamos o assunto pra lá e seguimos a vida no melhor estilo "we'll cross that bridge when we come to it".

Mas não tem jeito. O assunto "o que faremos quando o visto acabar" rondava nossas cabeças e nossas vidas como uma nuvem de chuva, e quanto mais o tempo passava e mais próximos nos tornávamos, mas eminente se tornava a necessidade de falar sobre o depois. Renovei o meu visto, completamos um ano de namoro, o R. foi comigo ao Brasil pela primeira vez (e desde então ele já foi três vezes!) e lá pelo 1 ano e meio sentamos pra ter a conversa: o que faríamos quando meu visto acabasse?

A ideia de namorar à distância não nos interessava e não cogitávamos ir ao Brasil permanentemente, pelo menos não naquele momento. Também não queríamos nos casar apenas para ter um visto - nem eu e nem ele. Não que tenhamos uma visão mega romântica de casamento, mas é uma coisa séria e levamos esse compromisso a sério. 

O dia em que recusei uma promoção no trabalho

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Só hoje vim perceber que não escrevo - e nem posto - nada no blog há mais de uma semana. Não abandonei esse espaço - ainda é um prazer, um refúgio, um passatempo delicioso dividir minhas experiências e vida por aqui, mas não está fácil. Tenho trabalhado muito, muitas horas por dia, e tenho feito coisas além trabalho quase todo dia da semana. Isso somado à cuidar da vida doméstica, encontrar amigos, falar com família e amigos o Brasil, pronto, acabou o tempo livre, mesmo!

Mas eu queria vir contar sobre uma coisa que aconteceu comigo nesse mês de agosto que mexeu muito comigo.

Todo mundo que me acompanha aqui sabe quem sou, da minha trajetória: sou professora de inglês desde os 17 anos de idade, amo o que faço, mas tive meus momentos de estresse. Justamente pra ter uma pausa vim pra Irlanda passar uma temporada - cof cof - que acabou virando uma mudança ~permanente~ mesmo. Mas o fato é que quando me vi construindo uma nova vida aqui, não pensei que poderia fazer outra coisa a não ser ensinar. É isso o que sei fazer, o que amo fazer e o que tenho qualificação pra fazer.


Atenas #2 - a Acrópole

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Ir à Atenas e não visitar a Acrópole é como ir à Paris e não visitar a Torre Eiffel. Mas multiplicado por mil. Não tem como não ter a curiosidade de querer ver de perto um local tão importante, imponente e interessante. De pensar em como viviam os gregos. Em como se desenrolou a coisa da filosofia, matemática, política e democracia na Grécia. No legado que eles deixaram para o mundo...

Então no nosso segundo dia em Atenas acordamos super cedo, tomamos café no hotel na hora que o café abriu - as 7h30 da manhã - e pouco antes das 9 da manhã estávamos na entrada na Acrópole entregando os nossos ingressos (comprados no dia anterior na Ágora de Atenas) pra começar a subida.

Segundo o Wikipédia, Acrópole é a parte da cidade construída nas partes mais altas do relevo da região. A posição tem tanto valor simbólico (elevar e enobrecer os valores humanos) como estratégico, pois dali podia ser melhor defendida. Era na acrópole das diversas cidades que se construíam as estruturas mais nobres, tais como os templos e os palácios dos governantes.

acropole de atenas

Atenas #1 - a Ágora de Atenas e o Museu Arqueológico

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Atenas é uma cidade muito importante para nossa civilização. E apesar da recente crise na Grécia, protestos, desemprego e não sei mais o quê, não tem como não fechar os olhos quando se pensa em Atenas e não pensar em filosofia, deuses, templos e tudo relacionado ao assunto.

Então antes mesmo de pesquisar sobre a cidade já sabia que ia ter muito templo e museu pra visitar e que eu não queria ficar saturada de tudo. Então vimos o que o Acropolis pass englobava (falei dele nesse post aqui) e a única coisa que não estava inclusa que queríamos ver era o Museu Arqueológico.

Massss, depois de ter visitado o museu da Acrópole que custou metade do preço e foi muito mais interessante, não sei se recomendaria fortemente o Museu Arqueológico, que saiu 10 euros. Mas tá, se você tem tempo, interesse e o dinheiro não vai apertar, se joga!

museu arqueologico de Atenas


Santorini #2 - As praias e o quadriciclo

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Quando batemos o martelo em conhecer Santorini, sabíamos que este não era exatamente um destino praiano. Sim, é uma ilha, mas é uma ilha vulcânica. E isso significa que as praias são de areia escura e pedrinhas - o que não necessariamente é ruim. Mas já tínhamos em mente que ficar de boas na areia fofinha não ia rolar.

E tudo bem, nem tínhamos planos de ir pra praia mesmo. Tanto é que reservamos um hotel com piscina justamente pra curtir um refresco no verão grego, mas sem precisar sair da vila de Oía, não queríamos ficar nos deslocando pra lá e pra cá - como já íamos pra Atenas no fim da semana, o negócio era ficar 3 dias e meio em Santorini fazendo nada e 3 dias explorando Atenas.

Massss, a gente eu não consigo me aquietar. E no dia da viagem a Grécia (o voo saiu de Dublin às 22h), eu postei uma foto no Instagram pedindo dicas e sugestões de lá e algumas pessoas me deram a dica de alugar um quadriciclo por lá e explorar a ilha. Quadriciclo? Em nenhum lugar que eu havia lido sobre Santorini falava-se sobre isso. Mas achei uns blogs recomendando a experiência e nos interessamos. Seria uma aventura legal, a ilha é pequena, daria pra conhecer algumas coisas no nosso ritmo - alugaríamos o tal do quadriciclo por um dia só. Ai lá vai a Bárbara caçar preços na internet - nós estaríamos na ilha já no dia seguinte, alta temporada, rolou um medo de não acharmos nada.

black beach, santorini, grecia

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