Último dia em Lisboa, ora pois

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Dia 3: Lisboa

Meu último dia em Lisboa começou cedo. Tomei café, fiz check out e deixei minha mala numa sala lá no hostel. Fui tirar umas fotos na rua Augusta e na Praça do Comércio, que eu só tinha passado perto até então. 





Cheguei, Brasil!

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Brasil, cheguei!

Sim! Você não leu errado. Escrevo esse post diretamente do Brasil!

Foi uma surpresa que preparei pra família e amigos. Algumas pessoas já sabiam e me ajudaram na preparação (you know who you are), algumas ficaram bravas comigo quando descobriram que eu tava em São Paulo! Mas o que importa é que tô muito feliz de estar de férias aqui e de trazer trazido ~uma pessoa~ junto. Já tenho a lista de comidas que eu quero comer apresentar ao R.

Viemos de KLM e gostamos muito. A comida no avião é bem ok, tem sorvete e um monte de filme pra ver. Ficar 12 horas no avião não foi fácil, mas conseguimos! A conexão foi feita em Amsterdã - caralho, que aeroporto gigante! Fiquei com medo da 1 hora que tínhamos não ser suficiente pra pegar o vôo pra São Paulo, mas deu.

Chegando em São Paulo, não pude conter um grande sorriso. Parecia que eu conhecia todo mundo, que sensação esquisita!

Minha mãe já sabia, mas não acreditou quando viu o R. comigo, hahaha. De lá fomos pra casa da minha vó ver a família - eu ia bater na porta e fazer a surpresa, mas achamos que seria too much e liguei antes avisando que eu tava chegando. Minha tia ficou boba!

E aí foi uma festa, uma alegria! Tomamos suco de maracujá e comemos pizza (dois itens da lista) e não podia estar mais feliz.

Além de ver a família e amigos, serei madrinha de casamento de uma super amiga, visitarei um casal de amigos super querido em outro país e obviamente levarei R. para o Rio de Janeiro.

Cheguei, Brasil! Coloca água no feijão!

Ps.: vou tirar umas férias do blog porque vai ser difícil postar com frequência. Mesmo assim, vou tentar "subir" meus últimos posts sobre Portugal!

Queluz

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Dia 2: Queluz

Queluz foi uma coisa meio planejada de última hora. É que quando eu pesquisava sobre Sintra, achei um blog que citava Queluz, já que por estar no meio do caminho entre Lisboa e Sintra, é de fácil acesso pra visitar. 

Fiquei interessada em ir pra lá por causa do Palácio Nacional de Queluz - lugar onde a família real morou antes de fugir pro Brasil. 

Deixei o lugar como uma carta na manga caso desse tempo depois de ir pra Sintra. Fiz a sugestão pra V., a menina que conheci em Sintra, e ela topou. 

Descemos na estação por volta de umas 17:00. Como o horário de verão já começou, tava bem claro, um super sol, mas muito muito vento. Aliás, eu não esperava que ventasse tanto em Portugal!

1.2 - Um ano e dois meses

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Gente, como o tempo voa?! Como é que já tô completando 1 ano e 2 meses de Irlanda?!!!

Jamais poderia imaginar que tantas coisas boas aconteceriam pra mim. No meu post de "2 meses de Irlanda", há um ano, eu ainda não tinha trabalho fixo, não tinha saído do país... quanta coisa muda! E que bom que elas mudam!

Mas hoje eu tô é cheia das exclamações!

É que estou feliz. Nesse último mês morando aqui, eu fui pra Edimburgo, realizei o sonho de conhecer Londres e de maneira inesperada, viajei sozinha pra Portugal.

Uma relíquia em Portugal: Sintra

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Dia 2: Sintra 

No meu segundo dia em Portugal, acordei cedo e tomei café da manhã no hostel. Não dormi muito bem a noite porque tinha um cara roncando no quarto, mas ok. Me informei sobre como chegar até a estação de trem Rossio pois é de lá que sai o trem pra Sintra, uma vila no distrito de Lisboa com pouco mais de 300 mil habitantes. A vila é considerada Patrimônio Mundial da UNESCO.

Estação de trem Rossio

Lisboa e Belém

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Como comentei ontem, e comentarei pra vida inteira, Portugal é um país maravilhoso e Lisboa é uma cidade foda, apenas foda. Mas deixa eu continuar o meu relato porque não dá pra escrever um texto só de elogios à cidade, né?

Ainda no dia 1: Lisboa (e Belém) 

Depois de ir pra Belém e ver o Mosteiros dos Jerônimos por fora, atravessei pro outro lado e fiquei apreciando aquela vista maravilhosa. Aí vim andando de volta pra chegar no Padrão dos Descobrimentos, monumento que homenageia os descobrimentos portugueses.


Pra quem quiser, dá pra entrar no monumento e ver Belém de cima, além de poder aprender um pouco mais sobre os descobrimentos e tal, mas cêis lembram que a viagem foi low-cost, né? Então não entrei. Fiquei por ali admirando o monumento e segui pra ver a Torre de Belém. Nossa, que belezinha essa torre!

Das coisas inesperadas da vida: Portugal!

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Há umas duas semanas minha chefe veio comentar que a família tiraria uma semana de férias e que por conta disso, eu também teria uma semana de folga (sem receber, claro). Fiquei feliz e frustrada ao mesmo tempo, porque queria ter tido mais tempo de me programar pra fazer alguma viagem, né?

Pesquisei por cima e vi vôos MUITO BARATOS pra Portugal. 

Portugal nunca esteve na lista imediata de lugares que eu gostaria de conhecer, mas com passagens baratas e lembranças na memória de gente que foi e só voltou falando bem da terrinha, comprei as passagens. Foi 30 euros pra ir e 30 pra voltar - mas voei em dias meio esdrúxulos, tipo quarta de manhã. Resolvi também que aproveitaria a viagem e passaria um dia na cidade do Porto - tenho amigos que moraram/moram lá pelo Ciências sem Fronteiras e sempre falaram muito bem da cidade. Então voei pra Lisboa mas voltei do Porto.


Londres - Beatles, Harry Potter e Science (bitch!)

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No último dia em Londres tínhamos 3 coisas programadas: atravessar uma das ruas mais ~famosas~ do mundo, a Abbey Road; tirar foto na plataforma 9 e 3/4 do Harry Potter na estação King's Cross e conhecer o Science Museum. Conseguimos fazer tudo em tempo!

Não tinha como ir pra Londres e não ir tirar foto atravessando a Abbey Road. O dia tava lindo e tinha uma galerinha tirando foto por lá - é engraçado porque é uma rua comum, passa carro normalmente e muitos motoristas diminuem a velocidade porque já sabem como que é por ali.


Londres - as torres, as pontes, as praças, os parques, os bairros

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Após ter visitado o British Museum e a St. Paul's Cathedral e ter corrido e andado pra caramba, chegamos na Tower of London. Lá é o lugar onde originalmente os monarcas eram abrigados, mas hoje é mais um museu mesmo, onde é possível dar uma olhadinha nas jóias da coroa, mas ó, pagar 20 libras é de foder, né? Quem sabe numa outra vida, quando eu for rica, eu visito a torre por dentro?



Logo ali do ladinho da torre tava ela, a Tower Bridge. Foi lá que penduraram as argolas símbolo das Olimpíadas em 2012 - e olha, foi um dos lugares mais lindos que vi na cidade. Que ponte linda! Dá pra vê-la por dentro numa exposição que pareceu bacana, mas adivinha? Custa caro. Vamos deixar pra próxima.

Londres - o British Museum y otras cositas más

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Meu segundo dia em Londres começou cedo - após um rápido café-da-manhã, pegamos o metrô pra chegar no British Museum. Aliás, que foda escolher qual museu visitar na cidade, né? São muitos e, pra alegria de estudantes como eu, de graça. Sim, R. e eu consideramos ir no famoso Madame Tussaud, já que o preço dele combinado com a London Eye acaba compensando. No entanto, chegamos à conclusão que ficaríamos boas horas nesse museu, quando preferiríamos gastar o tempo na nossa primeira ida a Londres com outras coisas. Nada contra museus de cera, ainda mais esse que parece ser muito legal e tal, mas em vista de outros museus que pareceram bem mais interessantes, achamos que seria meio bobo ir pra lá.

Voltando: desculpa o vocabulário, mas puta merda, o British Museum é muito grande, um dos maiores do mundo. Nem que quiséssemos conseguiríamos ver tudo. Decidimos então, fazer como fizemos ao visitar o Louvre, em Paris: dar umas voltinhas por umas 2 horas e ir embora. Até dá pra ficar mais, mas cara, depois de 2 horas o cérebro (e as pernas) não aguentam, não adianta ficam zanzando (faz tempo que não uso essa palavra!) pelo museu sem estar lá de fato, mas só de corpo presente, né?



Londres - um pouco mais do primeiro dia

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No último post eu terminei de contar do ótimo walking tour que fizemos em Londres, mas acabei não dando detalhes da parada final dele, o local mais famoso da cidade: o Big Ben.

Pra começar: Big Ben não é o nome da torre, e sim do sino que fica lá dentro da torre no palácio de Westminster. Ele foi colocado lá na gestão de um cara chamado Benjamin, e como ele era grandão e tal, apelidaram o sino de Big Ben. Em 2012 eles mudaram o nome da torre e do relógio para Elizabeth Tower, em homenagem aos 60 anos de reinado da rainha Elizabeth II.

Aliás, eu ainda não falei da rainha aqui! É que ela tá prestes a ganhar da Rainha Victoria em tempo de reinado - Victoria reinou por 63 anos e 216 dias; Elizabeth por 62 anos e 96 dias. O guia do walking tour brincou e disse que a Elizabeth vai passar fácil da Victoria. Será? Quem não deve ficar contente com a longevidade da rainha é seu filho Charles, coitado. Quando assumir o comando já terá mais que 65 anos de idade, e se não seguir os passos da mãe no quesito "tempo de vida", não será rei por muito tempo.



Londres - isso é real?

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Se tem um lugar que eu queria muito conhecer, esse lugar era Londres. Só que a gente sabe que apesar de pertinho de Dublin e dos vôos pra lá serem bem baratinhos, há vááárias pedras no caminho ($$$) de quem quer ir pra capital da Inglaterra  e justamente por isso eu tava protelando a ida pra lá - "vou deixar pra depois, quando tiver mais dinheiro", era minha desculpa. Até que um dia recebo uma mega surpresa do R.: a notícia de que ele tava preparando uma viagem pra nós dois pra lá!

A chegada

Saímos de Dublin num sábado bem cedinho e às 8 e pouco já estávamos no aeroporto de Stansted - o foda de voar pra Londres é que os aeroportos são todos longe e você tem que pegar um ônibus até a cidade (que muitas vezes pode custar quase o mesmo da passagem aérea e levar mais tempo do que a própria).

Então às 9 e pouco chegamos no centro, na Liverpool Street. A ideia era fazer check in no hotel e voltar pra estação Covent Garden de onde o walking tour começa, mas não ia dar tempo de fazer todo o trajeto, então resolvemos tomar café por ali mesmo e ir direto pro walking tour. Isso só foi possível também porque tínhamos mochilas pequenas e relativamente leves.

Filmes irlandeses legais

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Se você já pesquisou o assunto "cinema irlandês" no google, certamente se deparou com títulos como "Michael Collins", "The Magdalene Sisters", "Leap Year", etc. O meu post não é nenhuma lista dos melhores filmes irlandeses ou dos mais importantes, mas dos que realmente vale a pena ver na minha opinião.

Começo a lista com o meu preferido, "Once". Esse filme entrou na minha vida através do meu irmão, que o viu numa sala ~alternativa~ em São Paulo e voltou pra casa enchendo a minha paciência, dizendo que eu amaria o filme. Na época morar em Dublin não passava pela minha cabeça, mas como eu gosto de musicais, assim que saiu o filme ele comprou o dvd pra gente ver junto e foi amor à primeira vista! O sotaque irlandês, as músicas, a simplicidade do filme... é sensacional. Já vi várias vezes e não me canso, é lindo! Aliás, até Oscar de Melhor Canção eles ganharam.



A Bia tem dois posts no blog dela sobre o filme - um com as impressões de antes e outro com impressões de depois de morar em Dublin. Vale a leitura!

Cinemas em Dublin

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Eu sempre gostei muito de ir ao cinema, mas confesso que em São Paulo me dava um certo desespero: fila pra comprar o ingresso, fila pra pipoca, fila pra entrar na sala. Se não fosse o Bourbon com o sistema de poder escolher assentos, eu acho que teria ido bem menos ao cinema do que eu costumava. 

A primeira vez que fui ao cinema aqui em Dublin fiquei chocada: não compramos ingressos com antecedência e foi super tranquilo. Aliás, chegamos coisa de 10 minutos antes do filme começar e entramos numa boa, pegamos bons lugares... Que libertador. No ano passado fui pouquíssimas vezes ao cinema, mas só nesse começo de 2014 devo ter ido mais vezes do que ano passado inteiro. 

É só entrar? Não tem fila????!!!!

Não acho muito barato aqui não - ao contrário, em comparação com outras atividades que faço em Dublin, ir ao cinema sai bem caro - não tem desconto de estudante e o ingresso gira em torno de 9, 10 euros. Pipoca, assim como Brasil, também é bem cara. 

Bom, já que fui a alguns cinemas diferentes na cidade, resolvi fazer umas observações báááásicas:

Cineworld
O cineworld fica bem no centro, na Parnell, e é um cinema enoooorme. São 3 andares e muitas salas, além de um bar, doceria, sorveteria, etc. Tem muita variedade de filmes e é bem confortável! Eles tem um lance de uma carteirinha que você paga 20 euros por mês e pode ir quantas vezes quiser ao cinema, além de ganhar 10% de desconto dos comes e bebes. Acho que pra quem mora perto de lá, é super vantagem, já que mais de 2 filmes por mês já paga a carteirinha. 



Savoy
O savoy é um cinema bonitão localizado no coração da cidade, na O'Connell Street. É lá que acontecem as grandes estréias e onde celebridades passam no tapete vermelho, caso seja um filme bem famoso e tal. Ele tem uma decoração mais clássica por dentro, mas nada de mais. Me lembrou muito o falecido Gemini, na Paulista. 



Lighthouse cinema
O Lighthouse está em Smithfield, num lugar meio escondidinho entre uns cafés e restaurantes. Ele é tipo moderninho, do tipo que a galera "alternativa" freqüenta. Foi uma ótima surpresa conhecer esse cinema e as salas (pelo menos a que eu fui) parecem ser enormes. 



Vue cinema
Essa rede seria o mais parecido com o que eu estava acostumada em São Paulo: dentro do shopping, bilheteria na frente e salas ao fundo, etc. Nada de mais, mas é bom porque já conseguimos pegar umas sessões nuns horários mais tarde, coisa que não conseguimos em outros cinemas.



Irish film institute - IFI
Ah, esse sim é totalmente ~alternativo~. Esse cinema fica dentro do instituto irlandês de cinema, no Temple Bar. Tem um café que parece ser bem gostoso (tava lotado) e as salas são pequenas e aconchegantes - me lembrou um cinema que eu ia na Pompéia, que tinha umas salinhas super gostosas. A seleção de filmes é mais diversificada, então é possível ver filmes que estão fora do grande circuito. 



É claro que ainda há outros cinemas na cidade, mas estes foram o que freqüentei até agora. Quem sabe até o fim do ano eu não conheça outros?

O ônibus-fantasma

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Desde quando vim pra Dublin observei que há muitos, muitos ônibus de turismo pela cidade. Tendo morado a vida toda em São Paulo, nunca tinha visto nada igual.

Além dos ônibus comuns de turismo, eu sempre via um tal de ghost bus e que parecia ser legalzinho, mas eu tava tão ocupada com tanta coisa que fui deixando pra depois. Até que um dia, há uns meses, R. viu uma promoção no groupon pra fazer o tour - que custa 28 - por 12 euros cada. Ótimo, né? Compramos os vouchers e ele ligou lá pra agendar o dia.

No sábado que iríamos fazer o tour, não deu certo: um dos ônibus da frota deles havia quebrado e não tinha nada que pudesse ser feito. Que pena! Tivemos que voltar pra casa e marcamos uma nova data.

O ônibus sai da O'Connell, em frente ao escritório do Dublin Bus. Há um ator que faz o tour todo - ele faz várias piadinhas sem graça e tal, mas muita coisa foi bem divertida. Não acho que seja um passeio pra ser levado muito a sério, é mais a diversão mesmo! O ônibus por dentro é todo decorado e escuro.

Instrução, modelos e repetição

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Eu sou professora de inglês desde os 17 anos de idade e já participei de inúmeros treinamentos. Sério, não consigo nem contabilizar porque foram muitos meeeesmo. E sobre todo tipo de assunto relacionado ao ensino de língua que você possa imaginar.

Quando eu trabalhava na Cultura sempre rolava treinamento e coaching (alguns professores eram "acompanhados" semanalmente por outro professor mais experiente ou do departamento acadêmico a fim de melhorar suas aulas e tal) e sempre rolava um papo que eu já tava cansada de ouvir: instrução, modelos e repetição. Eu não aguentava mais ouvir esses termos ou seus sinônimos, por mais que eu acreditasse neles - era bem aquela coisa "ahhh meu, já sei disso, já sei, não quero mais ouvir falar!!!".

Só que só agora, na pele de aluna (de básico 1 de alemão) eu vejo ali na minha frente o quão certeiro é esse tal "mantra".

Não me conformo

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Eu sei, vivo falando da fala das meninas de 3 e quase 2 anos que cuido. Mas é que elas não páram de me surpreender. A cada dia, a cada semana, eu vou vendo o quão fluída é a fala delas e o quão esperta elas são e fico me perguntando: como não vi isso acontecer?

Quando comecei a trabalhar lá, a mais velha, na época com pouco menos de 2 e meio, já falava tudo. A mais nova só tinha algumas palavrinhas e aos poucos foi adquirindo linguagem de uma maneira espantosa. Muito disso certamente deve-se ao fato de que ela tem a irmã pra usar de exemplo: a C. é um verdadeiro papagaio, copia TUDO que ouve ao seu redor. Aliás, tenho que tomar cuidado com o que falo porque ela repete tudo e acha a maior graça.

Não vou expô-las, mas acredite, elas são lindas!

A cor do meu batuque tem o toque tem o som da minha voz

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Se você leu o título desse post e completou com "Vermelho, vermelhaço, vermelhusco, vermelhante, vermelhão", cê tá ficando velho, hein? hahaha (e se você não entendeu porra nenhuma, clica aqui e aqui).

Brincadeirinha. É que eu enjoei do cabelo rosa - depois de quase um ano com ele assim, eu queria mudar mas não pra uma cor muito diferente, já que eu não queria ter que descolorir o cabelo de novo. O foda de descolorir é que o cabelo fica muuuuuito seco por algumas semanas. Haja cuidado e hidratação pra fazer o bichinho voltar a um estado aceitável!

Dentro dessa limitação que impus (a de não querer descolorir e ter que passar tinta por cima do rosa desbotado), não tinha muito como fugir do vermelho. Na verdade, eu gosto muito da cor e acho que combina com a cor da minha pele, já usei vermelho das pontas antes e gostei do resultado. 


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