Diário do Casamento #2

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Hoje eu vim falar sobre vestido de noiva.  E cara, esse é um assunto meio polêmico pra mim. Mas pega na mão e simbora pro post que explico tudinho!

Como eu já devo ter comentado em algum desses mais de 900 posts desse humilde blog, eu nunca tive esse sonho de casar de branco, na igreja, princesa e tal. Tive a minha fase rebelde sem causa de ser totalmente contra a "instituição casamento", mas depois que você vira adulta, conhece alguém legal e confirma que esse modelo de relação heteronormativa funciona pra você, aí é outra história.

Ao longo dos anos, principalmente desses quase 7 anos com o R., eu vi minha vida se transformar. A gente forma um time incrível, e nos damos muito bem dividindo nossas vidas um com o outro. Então a coisa de morar junto, se casar, foi se normalizando demais na minha cabecinha rebelde.



Ragusa e o pedido de casamento

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A primeira vez que ouvi falar em Ragusa foi quando o R. me contou sobre sua primeira grande viagem internacional, sua visita para a Sicília aos 18 anos. Ele ficou encantado com a ilha, com as cidadezinhas, com o estilo de vida, e me contava com brilho nos olhos como Ragusa havia sido uma de suas paradas preferidas, a vista maravilhosa, etc.

Quando montamos nosso mini roteiro pela Sicília, fiquei muito na dúvida se queria conhecer Siracusa ou Ragusa, porque os dois não ia rolar. Como eram só 2 dias praticamente antes de termos que nos dedicar ao evento da família que rolaria por lá, a escolha tinha que ser certeira. No entanto, pelo fato do R. ter essa conexão com a Sicília eu já imaginei que um dia poderíamos voltar e ver outros lugares, e de fato quero muito fazer isso!

Mas voltando à Ragusa: essa é uma cidade de pouco mais de 70 mil habitantes que fica numa colina entre dois vales no sul da Sicília. Assim como muitas outras cidades na Europa, ela pode ser dividida entre cidade alta e cidade baixa - a alta sendo menos turística e mais moderna, e a baixa, mais barroca, charmosa, etc.



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