No olho do furacão

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Todo dia eu tenho vontade de escrever mil coisas aqui no blog, mas essa rotina de professora de manhã, babá à tarde e dona-de-casa/namorada à noite não tá fácil.

Mas tá acabando.

Como eu mencionei nesse post aqui, fui contratada pra trabalhar numa escola de inglês por um período curto de tempo e esse contrato tá chegando ao fim - confesso que estou feliz com isso, já que apesar de contente, eu ainda estou totalmente overwhelmed e confusa com toda a experiência.

Eu sou uma pessoa que adora planejar - gosto de pensar nas coisas com calma, fazer mil e uma conjecturas, analisar o caminho A, o caminho B, o caminho C... não que eu não faça coisas às vezes por impulso (porque eu faço - é o lado cavalo do meu sagitário!), mas no geral eu adoro filosofar sobre cada passo que darei na vida (again, o lado homem do meu sagitário).

Aí que na minha cabeça, o plano era, algum dia, dar aula de inglês em Dublin sim. Mas esse dia não seria agora, Não seria em 2015. Na minha cabeça eu ia fazer um curso em alguma universidade por aqui, obter uma certificação local, tentar o emprego... e com sorte, conseguiria. Quando uma amiga de uma amiga me indicou pra essa vaga assim no susto e no mesmo dia fui entrevistada pra começar no dia seguinte, meu mundo virou de ponta cabeça, e não por que eu estaria dando aula, mas porque eu não tinha me preparado pra nada daquilo.


Quase ia esquecendo: primavera e verão 2015!

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Desde que cheguei na Irlanda fiz posts sobre todas as estações que vivi por aqui - inclusive tem uma página no blog só sobre isso. Eu obviamente estava animada com a mudança da vegetação, com as flores na primavera, o verde do verão, o alaranjado do outono e o frio do inverno, que adoro!

Com o tempo essa animação tende a baixar, o que é super normal: estou na Irlanda há pouco mais de 2 anos e as coisas estão estáveis e minha adaptação aqui é total. Logo, acabei deixando pra lá de escrever alguma coisa sobre a primavera ou o verão, que esse ano está longe de ser tão quente quanto foi em 2013 e 2014.

Mesmo assim, me sinto na obrigação de deixar registrado pelo menos um pouquinho da primavera e verão desse ano! Afinal de contas, apesar da excitação inicial ter passado, eu ainda adoro presenciar as diferenças das estações por aqui.

A primavera foi fria e até o começo do verão estava tudo muito misto: numa semana fazia calor de derreter, na outra, frio e chuva quase todo dia. Ai tinha dia ensolarado que virava chuvoso e dia chuvoso que virava ensolarado. E tinha dia de vento de dar raiva de ter que pedalar - já não basta enfrentar o bendito no inverno, agora na primavera e verão também?!


[6 on 6] Stores

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O último tema do projeto 6 on 6 era lojas, e confesso que esse foi fácil, fácil. Loja é o que não falta numa capital agitada como Dublin e tem pra todos os gostos!

Eu fiz as fotos há semanassssss mas bem no dia em que eu ia escrever e postar, rolou toda aquela confusão do emprego novo de verão e eu simplesmente não consegui terminar de escrever. Tá foda. Mas enfim.... estou atrasada mas viva para o último 6 on 6!

Particularmente acho que aqui dá pra se encontrar umas lojinhas super charmosas escondidinhas por aí - na região do Temple Bar, nas ruas que cruzam a Grafton Street e até mesmo na Capel St, mas por haver uma concentração muito maior de lojas no coração da cidade, resolvi fazer todas as fotos numa rua super famosa por seu comércio: a Henry Street.

[1] Tiger


O dia em que um emprego caiu no meu colo

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Eu sumi do blog, e acho que nunca sumi por tanto tempo! Mas esse post não é um post pra pedir desculpa pela falta de posts. Esse é um post pra contar que eu estou trabalhando em dois empregos - o que eu já trabalhava, como babá pra família C. e também como professora, numa escola de inglês.

Exatamente: como professora de inglês. Em Dublin!

Que eu queria trabalhar como professora novamente todo mundo sabia, mas que isso aconteceria assim tão rápido?

O emprego praticamente caiu no meu colo!

Sabe aquela coisa da hora certa no lugar certo?

Uma amiga de uma amiga que mora aqui há um tempo me contatou no facebook pra saber se eu ainda estava em Dublin e se tinha disponibilidade pra dar aula agora no verão. Foi uma surpresa receber sua mensagem porque nos falamos muito pouco quando cheguei aqui em 2013 (e nos encontramos pessoalmente pela primeira vez sem querer!) e eu nem sabia que ela já estava dando aula de inglês aqui (ela era profª como eu). Animada, respondi que sim.

O que eu não esperava é que em menos de 1 hora eu receberia uma ligação da escola falando um pouco sobre a vaga e pedindo pra eu marcar uma entrevista por skype com uma outra pessoa, que ao final do dia eu já tinha um formulário pra preencher, entrevista marcada e currículo pra ser enviado.

TAG - Apaixonada por fotografia

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Vi essa TAG no blog Borboletas na Carteira e como estou na vibe fotografia, resolvi responder as perguntas! Como eu conheço muita gente que lê o Barbaridades que também gosta de fotografia, convido muito essas pessoas a responderem também!



1 - Com quantos anos você teve sua primeira câmera fotográfica?
Na infância tivemos uma filmadora de mão e uma analógica e quando eu era adolescente, uma digital - mas não era miiiinha, era da família. Minha, minha mesmo, só lá pra 2011, quando eu tinha uns 23 anos.

2 - Prefere fotografar ou ser fotografada?
Os dois. Eu adoro fotografar e tiro muitas fotos - principalmente quando viajo - mas também quero sair nas fotos. Por sorte, o meu R. já pegou várias manhas e tira lindas fotos pra mim!

3 - Você tem uma boa câmera para fotografar?
Acredito que sim, já que é um DSLR de médio porte - Nikon D50.

4 - Você fotografa e publica suas fotos?
Sim! Além do blog, publico uma seleção no meu Facebook e algumas pelo Instagram.

5 - Tumblr, We heart it, ou instagram?
Já usei os três, mas prefiro o instagram, que é mais intuitivo e popular.

Meus essenciais de fotografia

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Eu sempre gostei de fotos, mas nunca fui um grande talento na área. Tivemos câmera analógica e digital, mas quando ela quebrou, ficamos sem câmera lá em casa por um bom tempo.

Na faculdade tive um ano de aulas de fotografia mas não foi aquela paixão, já que perdemos muito tempo revelando filme no estúdio, coisa que eu particularmente sempre achei perda de tempo, já que estávamos num curso de Rádio e TV, e não fotografia. De qualquer forma, deu pra aprender uma ou outra coisa sobre enquadramento, exposição, diafragma, etc.

Corta pra 2011 - acho que foi 2011! A minha amiga Lê viu umas câmeras semi-novas em promoção numa rua do centro de SP e resolvemos adquiri-las. Não lembro quanto custou na época... 500 reais? Só sei que foi uma alegria ter uma câmera ~de verdade~ em mãos.

Dei uma lida no manual, mas confesso que nos primeiros meses, e até ano, só usei a câmera no automático. Desculpa, mas se você tem uma câmera desse porte pra usar no automático você jogou dinheiro fora, né?

Depois de ter tido a experiência de fotografar em alguns eventos e viagens de família, comecei a ter mais coragem de usar o manual e de fato mexer em exposição, ISO, etc. Ainda não era aquela coisa, mas já dava pro gasto. Eu adoro a minha Nikon véia de guerra, mas ela é suuuuper pesada e em viagens isso me cansa um pouco. Não dá pra colocar numa bolsa, porque ela é grande. E ficar carregando no pescoço machuca! Pelas fotos, eu faço o sacrifício, mas faz tempo que tô querendo uma nova, mais moderna e mais leve (coisa que vai demorar, já que não tenho o dinheiro pra isso nem nos meus sonhos).

Toda essa introdução pra dizer que vou contar nesse post o que eu uso pra fazer minhas fotos em viagens e eventos do dia-a-dia - não tem nenhum segredo, mas podem ser dicas pra alguém que tá querendo dicas, né?


Mais cafés em Dublin

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Há muuuuito tempo eu fiz um post com os melhores cafés em Dublin. Desde então voltei em muitos daqueles e conheci outros também, mas tava salvando tudo nas anotações pra esperar juntar e poder escrever um pouquinho sobre mais alguns.

Eu adoro essa cultura de cafés europeus. Tava até conversando sobre isso com a Carol outro dia - nos EUA, por exemplo (onde ela já morou), tem as grandes redes como o Starbucks mas nada muito charmoso, pessoal, pequeno, local, sabe? No Brasil a gente não tem cultura do café - quer dizer, as pessoas bebem café, mas não existem lugares bonitinhos, tranquilos, nessa vibe europeia, né?

Sendo assim, vamos à minha lista de 5 cafés aqui em Dublin - lembrando que ainda há muitos lugares onde quero ir, mas haja tempo! hahaha

Keogh

Fui no Keogh duas vezes. A primeira, com a Tarsila, quando provei o muffin de raspberry com coco (por recomendação dela) que tava delícia demais! Aliás, o muffin é gigante! O lugar não é muito pequeno, tem assentos confortáveis e toca música legal. Da segunda vez, comi um prato quente, já que era inverno. A localização é ótima e tudo muito gostoso, recomendo!

The Bakehouse

Esse é um café que fica pertinho do centro, de frente pra ponte Ha'Penny. É tudo muito fofinho, com uma trilha sonora meio 50's e tal. Na época em que fui (faz teeeeempo), comi um raspberry muffin super gostosinho e tomei xícaras e xícaras de chá na companhia da Manu (que já voltou pra Brasília, buá!).

Links legais #5

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Links legais de número 5 na área! Fui salvando um monte de link que achei sem querer ou que pessoas compartilharam nas timelines alheias. E tem bastante coisa boa, viu?

Curiosidades

- Você já se perguntou o porquê dos ônibus terem assentos com estampa colorida? Acredite, acho que eu preferia não ter descoberto a razão.

- A garota que ganhou o título de Miss Japão causando pelo simples fato dela não parecer japonesa. Eu particularmente achei ela LINDA e ao ver sua entrevista, fiquei esperando um sotaque bem americano quando na verdade ela fala japonês igual às japonezinhas que falam baixinho e dando risadinha, sabe? Que doidera essa coisa das nossas expectativas e pré-conceitos!


Línguas

- Um videozinho muito fofo explicando a evolução das línguas.

Crianças ensinam estrangeiros a falar com o sotaque Dublinense - confesso que acabei vendo os vídeos todos e dei altas gargalhadas com o R. aqui. Só morando aqui ou ter tido a experiência de falar com alguém de Dublin pra entender e achar graça!

- Eu gostei dessa entrevista in so many levels que quero casar com esse texto. Sabe paixão? É isso. Basicamente é uma entrevista com o doutor e linguista Marcos Bagno, que explica o porquê de achar que o português brasileiro deve ser reconhecido como uma língua à parte, desvinculada do português europeu. Eu concordo com praticamente tudo que ele diz na entrevista, principalmente esse trecho aqui: "É impossível ensinar a ler e a escrever sem ensinar gramática; porém, não é preciso essa gramática nesse sentido tradicional, de esquartejar frases ridículas tiradas do bolso e fazer classificações. É refletir sobre a língua em uso, a partir de textos autênticos e, para isso, nenhuma gramática normativa serve — principalmente porque, se ela é uma gramática normativa, ela é baseada no português europeu, escrita no século 19. Nem para Portugal serve mais."

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