Carta à Dublin

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Oi Dublin!

Você ainda me conhece pouco, mas eu tinha ouvido falar de você e pesquisado sobre você (stalker feelings, eu sei...). Inclusive alguns amigos me disseram que você era linda, demais, bacana e fria. Eles não me enganaram.

Eu cheguei e você não quis saber muito de mim. Me deu uma bela chuva na cabeça que durou o dia todo, além do frio e vento que fazia as pessoas desistirem dos guarda-chuvas no caminho.

Aí fui de mansinho te conhecendo, e acho que a gente pode se dar bem.

Claro que você recebe tantos, mas tantos, que deve estar cansada desse monte de brasileiros por aqui... aliás, até os próprios brasileiros devem estar, porque nem aceitar compatriotas pra dividir apartamento estão aceitando. No entanto, você tem esse poder de atrair gente legal também, gente que se dispôs a me ajudar, me levar pra almoçar, me convidar pra jantar, passear pelo centro comigo.

Dublin Dublin... toda espertinha me fez dar voltas e voltas ontem tentando achar uma rua específica pra pegar o ônibus. Mas depois de andar na chuva (e de ligar mil vezes pra Bia), consegui me achar. E peguei um ônibus e desci no ponto certo, e soube voltar direitinho. Rá! Tô te sacando.

A propósito... percebi que você é modesta em algumas coisas, gosta de prédios baixos, nada muito chamativo. Em compensação, tem umas igrejas lindas, de tirar o chapéu, né? Fora os letreiros das lojas, tudo bem colorido e diferente do que eu acostumei a ver em São Paulo...

Dublin, nem acredito que finalmente pude te ver pessoalmente. Vamos nos conhecendo melhor, certo?

Beijos e mantenha o clima estável até eu ter roupas de frio melhores! hahahaha

Bárbara
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