Paris - a icônica Torre Eiffel

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Depois de passarmos a manhã toda e o começo da tarde no Louvre, pegamos o metrô (ele, mais uma vez) pra finalmente dar atenção especial a o ponto turístico mais famoso de Paris e um dos mais icônicos do mundo - a tal da Torre Eiffel.

Vou poupar a chatice de explicar como ela foi construída e aquele blá blá blá - já ouvi muito essa história, principalmente no último ano da faculdade (Rádio e TV) quando um dos nossos projetos-piloto foi um programa estilo o "Vitrine", da TV Cultura, sobre a França! Mesmo assim, é sempre impressionante pensar que a torre tem mais de 300 metros de altura e até a década de 30 era o monumento mais alto do mundo.


Descemos na estação Trocadéro, que segundo os blogs e sites onde pesquisamos, seria o melhor lugar pra tirar fotos da belezura. Ao sair da estação, vimos uma "barraquinha" de crepes e não resistimos, entramos na fila pra comer um crepe francês com a Torre Eiffel de fundo (somos chiques). Aí na fila o R. encasquetou que faria o pedido em francês (como pode um irlandês saber mais francês do que eu, falante de língua latina? Sem ofensas, R., tô chateada comigo mesma). Eu disse "duvido", ele disse "challenge accepted", e não é que o bichinho pediu em francês mesmo?!

Começamos a rir e o atendente perguntou de onde éramos. Ao ouvir "Irlanda" e "Brasil" de resposta, sorriso automático. Começou a citar aquele jogador francês Thierry Henry, que com um gol no final do jogo desclassificou a Irlanda de uma possível Copa do Mundo e começou a me chamar de "querida", em português. Aí a moça ao lado dele, que fazia crepes, perguntou pra mim:

- De onde no Brasil você é?

Mas ela perguntou em português, gente.

Ela era da Nigéria, e disse que muitos brasileiros iam pra Paris e tal. Falei que eu era de São Paulo, mas as pessoas tão pouco se lixando pra São Paulo, querem saber é do Rio: "Ah, mas o Rio... Copacabana... mulheres" e apontou pro cara na barraquinha e disse que dessas coisas ele gosta. Demos risada e saímos felizes e pré-gordinhos com aqueles crepes de nutella com banana prestes a serem devorados.

Mas a torre, ah, a torre.

Tinha muito gente tirando foto ali - grupos, casais, povo fazendo aquela pose brega de segurar a pontinha da torre (eu não tava na vibe, mas quem sabe numa próxima?!), selfies... enfim, tinha de tudo. Tiramos as nossas fotos, apreciamos a vista e descemos as escadas pra atravessar a ponte e chegar na torre pra comprar o ingresso pra subir.


outono em paris
Não é me achando não, mas juro que não copiei do google imagens!

Quando chegávamos perto, observamos que no primeiro andar dela dá pra ver os nomes de vários cientistas famosos. Ficamos curiosos pra saber o porquê mas só agora, ao escrever o post, fui pesquisar de fato: são 72 nomes de matemáticos, físicos, militares, engenheiros, etc franceses que de alguma forma contribuíram à República da França. Na hora em que vimos achamos bem bacana e nos peguntamos: por quê nunca ouvimos falar disso? Dos blogs que li e das pessoas que conheci na vida que já foram pra Paris, nunca ninguém comentou desses nomes. Curioso.

A princípio, ficamos confusos porque são várias filas na Torre e tem fila pra pagar e fila pra entrar. Tem que tomar cuidado e se assegurar que você tá na fila certa!

Ficamos uns 40 minutos na fila no melhor clima dublinense: frio, chuva e um vento da porra. Sobrevivemos e compramos o ingresso pra ter total acesso (ou seja, ir até o último andar da torre): €14,50. Caro, como tudo naquela cidade, mas ó, valeu a pena.

Pegamos o elevador e fomos até o segundo andar. Lá a vista já é incrível e já valeu o passeio - todo mundo que saia do elevador exclamava um "ohhhhh" ao ter a visão de Paris ao anoitecer. Demais!

vista da torre eiffel


Aí tinha que pegar um ooooutro elevador pra ir até o nível mais alto, e aí veio a parte chata: tinha fila, e fila grande. Ficamos uns 40 minutos (ou mais) esperando no 2º andar da torre, pegando aquele vento todo, mas faz parte. Subimos (com medinho, porque gente, o elevador não parava de subir!) e nossa, sensacional. Tiramos nossas fotos, apreciamos a vista, fizemos tudo o que o turista tem direito e pegamos o elevador de volta pro térreo.



Já tava escuro e estávamos com fome e muito cansados. Só que o dia seguinte seria mais curto por causa do vôo de volta e teríamos pouco tempo pra fazer as coisas da nossa lista. Decidimos jantar pra repor as energias e tentar encaixar mais pontos turísticos na noite - e no próximo post eu conto do jantar, do Arco do Triunfo e outras coisas...
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