Corrida colorida

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Esta foi minha segunda vez em Belfast, capital da Irlanda do norte. E  assim como da primeira vez, não fui pra lá pra turistar nem nada disso, e sim pra participar de uma corrida. 

Corrida? A Bárbara? RISOS.

Meu querido amigo Rick ganhou ingressos numa promoção do Twitter para a tal da Color Run. É uma corrida de 5 km toda divertida, já que eles jogam tinta (que na verdade não é tinta) na galera e todo mundo acaba feliz e colorido. 

A corrida acontece em vários lugares do mundo e sinceramente não entendi porque não aconteceu em Dublin também. 

Pegamos o ônibus das 7:30 e antes das 10:00 desembarcávamos na rodoviária de Belfast. Caminhamos até o Titanic Quarter e entramos na fila pra pegar nosso kit: camiseta, faixa pra colocar na cabeça e uma capa de chuva, além de um adesivo tipo aqueles de chiclete pra colocar no corpo. 


Muitas famílias e mó clima agradável

color run em belfast


Eles liberaram as pessoas em lotes. Eu e o Rick ficamos bem no final, mas pela gente tudo bem, pois devido à minha preguiça falta de treino e preparo físico, fizemos os 5km andando. A galera tava animadíssima e todo mundo tava com celulares dentro de plásticos ou dentro de braceletes protetores. 

A cada quilômetro eles sujam as pessoas com uma cor diferente: a primeira foi rosa. Ao chegarmos perto percebemos que aquilo não era tinta e sim um pó, um pozinho lavável mas que gruda em tudo! A cada quilômetro saímos mais sujos e mais impregnados de cores. 




A corrida acabou e uns djs animavam a galera de um palco. O pessoal tava feliz e saltitante, rodo mundo tirando foto pra registrar o estado das roupas e da cara suja!




Ficamos lá até a "festa" acabar. Era umas 2 da tarde e nossa passagem de volta pra Dublin era só as 18:30. Rick sugeriu tentarmos voltar no ônibus das 3:30. Passamos no Tesco para o nosso bom meal deal (em libras, o que nem sempre é assim legal) e mesmo cobertos de tinta o motorista deixou a gente entrar e pegar o ônibus mais cedo. 

O engraçado é que em Belfast, quando andávamos do Titanic Quarter até a rodoviária, todo mundo ficava olhando pra gente, como se fossemos de outro planeta. Quando descemos em Dublin, juro que ninguém nem olhou pra mim na O'Connell! E eu tava assim:



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