Melhores bibliotecas para não-residentes nos EUA

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No meu último post, eu falei sobre como eu ando muito firme na leitura, participando de Clube do Livro, fazendo assinatura em bibliotecas gringas... e resolvi fazer uma segunda parte daquele post, porque tem alguns detalhes que deixei de fora e que podem enriquecer o assunto. Se já tiver ajudado uma única pessoa a ler mais, já fico feliz!


Na ocasião em que escrevi a respeito, eu tinha feito o registro como não-residente em duas bibliotecas americanas, e desde então acabei fazendo mais algumas. Há alguns posts pela internet com links e dicas atualizadas de quais bibliotecas americanas aceitam o cadastro, e obviamente que às vezes, uma biblioteca que aceita não-residentes hoje pode não aceitar amanhã. Porém, com base em tudo que li e nas que ma pareciam mais interessantes - principalmente pelo preço - me afiliei a outras.


E aqui eu queria fazer dois disclaimers: o primeiro é que eu vejo alguns posts e fóruns de gente pedindo dicas de bibliotecas grátis pra não-residentes e eu sou 100% a favor disso ser um serviço pago. Bibliotecas são mantidas justamente com o imposto pago pelos cidadãos daquela região, que em troca recebem o serviço gratuitamente. Se eu não moro no local, é justo que eu tenha que pagar por esse acesso, correto? Uma outra coisa é que no meu trabalho, nós temos um benefício de "bem-estar" que reembolsa recibos de alguns serviços e produtos que utilizamos, como academia, cuidados com pets etc. Esse ano, estrearam uma categoria educacional, onde podemos mandar recibos de coisas como aulas, cursos... e aceitaram meus recibos todos das bibliotecas! Eu pago imposto em folha em relação a esse reembolso, então digamos que meu trabalho me devolve uns 60% do valor que paguei. Isso fez toda a diferença pra eu fazer tantas carteirinhas pagas, porque assim eu consigo ter uma boa ideia de quais são boas mesmo e quais valem a pena renovar num futuro em que eu talvez não tenha mais esse benefício. Fora trazer um resumo aqui pra quem estiver lendo esse post!


Fonte


Na minha era de leitora assídua

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Sempre gostei muito de ler, e embora não tenha crescido com muitos livros em casa, tenho um pai que era, de forma amadora, escritor; e uma mãe, que hoje, é grande leitora de política e filosofia. Na adolescência, pegava muitos livros na biblioteca da escola e passei muitos intervalos de aula entre leituras. Já adulta, quando comecei a trabalhar aos 17, não tinha realmente muito tempo sobrando pra leitura por prazer - o que dava eram as leituras obrigatórias da faculdade, e depois da pós-gradução, e depois do mestrado...


Mas em algum momento, ali em meados de 2021, eu timidamente voltei a ler novamente. Acho que pós burocracias que tive pra resolver minha vida na Irlanda (visto, carteira de motorista, entre outros), casamento, pandemia... um espaço no meu coração e vida se abriu pra que eu retomasse esse passatempo. Voltei a catalogar as leituras no GoodReads e em 2022, já contabilizei 28 leituras. Sei que não se trata de quantidade, mas sim ler por prazer, mas não vou ser hipócrita: pra mim é uma sensação bem gostosa ver o tanto de livro que consigo devorar em um ano.


Com essa empolgação, li 50 livros em 2023, um número inacreditável. Eu embarquei de cabeça em nordic noirs, li toda a série do detetive norueguês Harry Hole, entre outros. Em 2024, minha filha nasceu, e com esse acontecimento, minha saúde mental se esvaiu. Mesmo assim, no segundo semestre consegui ler um pouco e cheguei a 17. Em 2025, depois de um tempo de "ressaca literária", entrei pra um clube de leitura e no total bati 20 livros lidos. E 2026 promete, porque comecei muito animada esse ano.


E é por isso que escrevo esse post.



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