O Brasil e tudo que há de bom

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Se no último post sobre as férias no Brasil eu acabei focando na parte negativa e nas minhas reflexões mais reclamonas do tempinho que passei lá, nesse venho falar das coisas boas, do que valeu a pena ter atravessado o oceano naquele avião que não chegava nunca.

Primeiramente, logicamente, rever a família. A cara de espanto da família ao me ver chegando foi impagável (lembra? foi surpresa!), bem como a recepção calorosa com o R. Foi muuuito bom passar os domingos com eles e colocar o papo em dia. No primeiro domingo comemos feijoada, no segundo fomos no mercadão e no último fizemos uma festa junina, minha festa nacional preferida.






Não vou postar foto da família toda, mas esses aqui cêis já conhecem! <3

Não foi fácil dizer tchau de novo, mas eu tentei aproveitar o máximo o tempo que tive com eles. Às vezes me sentia igual barata tonta tentando equilibrar o meu tempo e atenção para todos - espero que tenha conseguido!

Em segundo lugar, rever os amigos. Puta que pariu, que delícia rever os amigos! Foram almoços, jantares, encontros em casa ou fora. R. ficou até assustado com tanta gente que encontramos. Segundo ele, eu sou "popular". De fato, aqui em Dublin tenho poucos amigos e tenho uma rotina muito mais solitária do que em São Paulo: passo o dia com duas crianças de 2 e 3 anos, passo o meu tempo livre vendo séries e escrevendo no blog, passo os finais de semana com o R. e de vez em quando me dá um clique: cacete, Bárbara, vai sair com a galera!

Em São Paulo tenho grandes amigos da época da escola, da faculdade, do trabalho, ex-alunos... o círculo de amizade é bem maior.



Em terceiro lugar, a comida. Eu confesso que detesto esse povinho que fica de mimimi aqui na Irlanda falando que sente falta da comida do Brasil e que não-sei-o-quê. Eu praticamente não faço mais comida brasileira aqui (arroz e feijão todo dia? nunca! arroz com tempero? na-na-ni-na-não. salada? troquei pelos vegetais cozidos) e portanto posso dizer que minha saudade era genuína. Me esbaldei nos almoços, na comida da minha mãe, vó e tia, nos restaurantes self-service (ô pecado), na pizza paulistana (não nesse troço que vendem aqui que tem a cara de pau de chamar de pizza!), nas esfihas, na carne, nas frutas, nos sucos naturais, nos doces... R. também adorou tudo, mas como ele vai ter post exclusivo sobre o Brasil,
vejamos mais pra frente do que ele gostou mais, né?
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