... essa, pra mim, é a melhor época pra estar bem longe do Brasil.
Explico: eu sou brasileira, adoro datas comemorativas brasileiras, mas Carnaval, bem, Carnaval não é bem my cup of tea.
Nunca fui dessas de sair pulando em clube, carnaval de rua, bloquinhos, escola de samba e trio elétrico. Respeito quem gosta, quem se dedica, claro - tenho amigos que desfilam em escolas em São Paulo, compram as fantasias, toda aquela coisarada e poxa, que legal que eles gostam! Eu passo longe.
Claro que é bonito de ver a alegria das pessoas que se interessam pelo Carnaval, a emoção de ver sua escola de samba vencer, de seguir os trios elétricos bacanudos, ou até mesmo a galera que gosta de ver os desfiles pela TV mesmo - eu não consigo ficar horas vendo imagens da mesma coisa (desconfio que se reprisar desfile de anos passados poucos notarão a diferença). Estar na muvuca então, deus me livre!
Que alívio poder sentar uns minutinhos pra me dedicar à uma das coisas que mais gosto nessa vida, o blog!
Pra quem me acompanha sabe que costumo postar 4, 5 vezes por semana e nos últimos tempos o número de posts novos diminuiu drasticamente.
Muita coisa aconteceu ao mesmo tempo, mas a que tomou mais a minha atenção e que me deu dor de cabeça foi a mudança de casa.
Fazia tempo, muito tempo que eu não me mudava em Dublin. Tipo, desde quando vim pra cá praticamente - a primeira semana foi aquele sufoco pra achar uma casa que me aceitasse. Depois de dois meses acabei me mudando pra D8, onde fiquei até semana passada. Foi muito tempo morando naquela região puramente pelo preço, porque a área em si... well, passe longe de Inchicore, viu?
Na primeira vez que procurei moradia na cidade eu estava sozinha e dessa vez a situação era diferente - e eu honestamente achava que procurar casa em casal seria mais fácil, ledo engano! Pouquíssimas casas anunciadas no Daft aceitam casal (o que vocês tem contra casal, gente? já morei com vários e não tive problema!), o que nos impulsionou a tentar a lugar uma casa do zero.
Pra quem me acompanha sabe que costumo postar 4, 5 vezes por semana e nos últimos tempos o número de posts novos diminuiu drasticamente.
Muita coisa aconteceu ao mesmo tempo, mas a que tomou mais a minha atenção e que me deu dor de cabeça foi a mudança de casa.
Fazia tempo, muito tempo que eu não me mudava em Dublin. Tipo, desde quando vim pra cá praticamente - a primeira semana foi aquele sufoco pra achar uma casa que me aceitasse. Depois de dois meses acabei me mudando pra D8, onde fiquei até semana passada. Foi muito tempo morando naquela região puramente pelo preço, porque a área em si... well, passe longe de Inchicore, viu?
Na primeira vez que procurei moradia na cidade eu estava sozinha e dessa vez a situação era diferente - e eu honestamente achava que procurar casa em casal seria mais fácil, ledo engano! Pouquíssimas casas anunciadas no Daft aceitam casal (o que vocês tem contra casal, gente? já morei com vários e não tive problema!), o que nos impulsionou a tentar a lugar uma casa do zero.
Pra quem não viu o post, explico: chateada com o pequeno número de filmes vistos em 2014, resolvi chutar o balde e fazer uma lista de grandes diretores e seus filmes mais famosos/recomendados/etc pra ver em 2015. Selecionei alguns diretores e por ordem alfabética a lista saiu - janeiro começou com Allen (Woody Allen).
Woody Allen não é um diretor estranho pra mim - eu já tinha visto vários de seus filmes e gostado bastante de todos. Mas ainda faltavam os "clássicos" do neurótico nova-iorquirno, e com a ajuda de amigos aqui e no Facebook, minha lista ficou:
- A rosa púrpura do Cairo
- Manhattan
- Noivo Nervoso, Noiva Neurótica
- ??? (fiquei de escolher mais um título pra última semana do mês, mas no fim... bom, calma que já explico)
A Rosa Púrpura é um filme muuuito gostosinho de se assistir. Não tem aquela pretensão toda nem aqueles personagens cheios de si típicos dos filmes do Allen. Aqui, a mocinha é uma fascinada por cinema e vive sonhando com os personagens e locações que ela vê na telona. Na vida real, sua vida não é muito bacana: trabalha numa lanchonete com um chefe uó e tem um marido agressivo.
Woody Allen não é um diretor estranho pra mim - eu já tinha visto vários de seus filmes e gostado bastante de todos. Mas ainda faltavam os "clássicos" do neurótico nova-iorquirno, e com a ajuda de amigos aqui e no Facebook, minha lista ficou:
- A rosa púrpura do Cairo
- Manhattan
- Noivo Nervoso, Noiva Neurótica
- ??? (fiquei de escolher mais um título pra última semana do mês, mas no fim... bom, calma que já explico)
A Rosa Púrpura é um filme muuuito gostosinho de se assistir. Não tem aquela pretensão toda nem aqueles personagens cheios de si típicos dos filmes do Allen. Aqui, a mocinha é uma fascinada por cinema e vive sonhando com os personagens e locações que ela vê na telona. Na vida real, sua vida não é muito bacana: trabalha numa lanchonete com um chefe uó e tem um marido agressivo.
Eu tinha comentado por aqui que participaria de uma blogagem coletiva, um projeto chamado 7 on 7. A ideia é postar sobre um tema específico por mês - são 7 blogueiras morando em 7 cidade diferentes postando 7 fotos todo mês!
E a primeira publicação chegou!
O primeiro tema que escolhemos é o "7 cantos" - os nossos sete lugares preferidos na cidade onde moramos.
E a primeira publicação chegou!
O primeiro tema que escolhemos é o "7 cantos" - os nossos sete lugares preferidos na cidade onde moramos.
Última dia em Barcelona, uma segunda-feira. Felizmente, o mercado La Boquería estaria aberto - como já tínhamos ido no dia anterior (pra dar de cara na porta), foi mais fácil chegar pois sabíamos o caminho.
Faz um mês que fui pra Barcelona e até uns dias atrás não havia escrito uma linha sobre essa viagem por motivos de força maior. Se não fossem as minhas anotações que faço quando viajo (coisa rápida de anotar palavras-chave no bloco de notas do celular), não lembrava de mais nada!
No segundo dia lá acordamos cedo (puta que pariu, odeio quarto misto em hostel - homem ronca demais!) tomamos café numa padaria a caminho do mercado Boquería. Achamos o lugar meio sem querer, pedimos em espanhol (acabei comendo lanche errado porque não pedi direito! RISOS) e tomamos um chocolate quente delicioso de queimar a língua - tava super quente!
De lá andamos um bom bocado até a Boquería e quando chegamos lá, o bendito tava fechado. Erro de viajante iniciante não double check os horários de abertura, né? Já que ele ficaria fechado o dia todo - domingo - fomos pro próximo destino: o Museu do Picasso.
No segundo dia lá acordamos cedo (puta que pariu, odeio quarto misto em hostel - homem ronca demais!) tomamos café numa padaria a caminho do mercado Boquería. Achamos o lugar meio sem querer, pedimos em espanhol (acabei comendo lanche errado porque não pedi direito! RISOS) e tomamos um chocolate quente delicioso de queimar a língua - tava super quente!
De lá andamos um bom bocado até a Boquería e quando chegamos lá, o bendito tava fechado. Erro de viajante iniciante não double check os horários de abertura, né? Já que ele ficaria fechado o dia todo - domingo - fomos pro próximo destino: o Museu do Picasso.
Eu falei, falei e não falei nada no primeiro post sobre Barcelona, né? Quer dizer, dei mais as informações sobre a história da Catalunha e tal, mas acabei falando pouco do walking tour em si e do restinho do primeiro dia na cidade!
Bom, o walking tour começa na Plaça de l’Àngel e a primeira parada é a Catedral de Barcelona - lindíssima. Como no dia não deu pra tirar fotos (nunca dá pra tirar fotos com walking tour, sempre tenho que voltar pra fazer uma foto legal ou tiro na correria mesmo, sem pensar muito em enquadramento, etc), voltamos na manhã seguinte pra registrar:
Bom, o walking tour começa na Plaça de l’Àngel e a primeira parada é a Catedral de Barcelona - lindíssima. Como no dia não deu pra tirar fotos (nunca dá pra tirar fotos com walking tour, sempre tenho que voltar pra fazer uma foto legal ou tiro na correria mesmo, sem pensar muito em enquadramento, etc), voltamos na manhã seguinte pra registrar:
| Na correria, durante o tour |
Sim, o título faz referência ao filme de Woody Allen, "Vicky, Cristina Barcelona" que se passa em....?
A ideia veio meio sem querer. Eu, a Bia e o Rick temos um grupo no whatsapp e quando decidimos viajar juntos pra lá a Bia veio com esse nome. Achei tão bacana que resolvi emprestar pro primeiro post da série "viagem pra Barcelona"!
Quando a Bia comprou passagens pra passar uns dias aqui na Europa no comecinho de janeiro, nós três já pensávamos em viajar juntos - ja tínhamos ido pra Liverpool quando ela ainda morava aqui e foi tão bacana! Barcelona foi um destino que deu certo porque nenhum de nós já tinha ido pra Espanha. As passagens não foram caras e a Ryanair voa pr'um aeroporto que fica super acessível ao centro da cidade.
Voamos no dia 3 de janeiro, um sábado de manhãzinha. R. nos deu carona até o aeroporto e lá fomos nós, com nossas mochilas nas costas e câmeras fotográficas carregadas, ansiosos pra conhecer Barça, essa cidade tão popular e bem falada entre os viajantes. Sério, não conheço NINGUÉM que tenha ido pra lá e não tenha gostado. Como dizem os irlandeses, fair play!
Você deve lembrar, se lê o blog com frequência, que eu comentei aqui e ali de alguns projetos pro Barbaridades esse ano. Well, well, well, o Cinemateca é um deles!
O que rolou? A Lidia do Na terra da lua virada leu o meu post de desafio de filmes pra 2015 e surtou de empolgação, querendo fazer alguma blogagem coletiva relacionada a filmes. Como eu adoro arrumar uma sarna pra me coçar e comecei o ano nessa vibe cinema, não hesitei. Chamamos algumas amigas e criamos o Cinemateca.
O que rolou? A Lidia do Na terra da lua virada leu o meu post de desafio de filmes pra 2015 e surtou de empolgação, querendo fazer alguma blogagem coletiva relacionada a filmes. Como eu adoro arrumar uma sarna pra me coçar e comecei o ano nessa vibe cinema, não hesitei. Chamamos algumas amigas e criamos o Cinemateca.
Antes de mais nada, eu queria dizer uma coisa: esse post tá pra ser escrito há muito, muito, muuuito tempo. Tipo assim, de comecinho de namoro com o R., sabe?
Se você não lê o blog há muito tempo, tchô explicar: o R. é meu namorado. E ele é irlandês.
Não que isso seja um big deal, porque não é. Já falei sobre isso aqui no blog: pra mim ele é o meu R., não importa se irlandês ou brasileiro... (mas não vou mentir que o charme irlandês me conquistou).
Bem, o R., assim como eu, gosta de aprender novos idiomas. Ele fala um pouco de irlandês, alemão e agora italiano, já que sua vó é siciliana e ele quis se aproximar mais de suas raízes ao aprender a língua. Esse foi um ponto em comum que tivemos logo de cara, porque eu também estudo italiano, apesar de não ter raiz nenhuma.
Logo no início do namoro eu ensinei palavras aqui e ali em português, que ele sempre tentou reproduzir com o maior cuidado - ele sempre demonstrou muito respeito e interesse pela minha lígua. Mas gente, desculpa, eu sou professora. Não vou deixar o meu gringo abrir a boca pra falar português e soar muito... gringo. Não dá! Sempre peguei no pé da pronúncia dele e o som nasal, aquele do ÃO, demorou meeeeses pra sair certo. Mas esse mérito não é meu não - é dele, que foi procurar vídeos no youtube de professores brasileiros explicando a pronúncia correta.
Se você não lê o blog há muito tempo, tchô explicar: o R. é meu namorado. E ele é irlandês.
Não que isso seja um big deal, porque não é. Já falei sobre isso aqui no blog: pra mim ele é o meu R., não importa se irlandês ou brasileiro... (mas não vou mentir que o charme irlandês me conquistou).
Bem, o R., assim como eu, gosta de aprender novos idiomas. Ele fala um pouco de irlandês, alemão e agora italiano, já que sua vó é siciliana e ele quis se aproximar mais de suas raízes ao aprender a língua. Esse foi um ponto em comum que tivemos logo de cara, porque eu também estudo italiano, apesar de não ter raiz nenhuma.
Logo no início do namoro eu ensinei palavras aqui e ali em português, que ele sempre tentou reproduzir com o maior cuidado - ele sempre demonstrou muito respeito e interesse pela minha lígua. Mas gente, desculpa, eu sou professora. Não vou deixar o meu gringo abrir a boca pra falar português e soar muito... gringo. Não dá! Sempre peguei no pé da pronúncia dele e o som nasal, aquele do ÃO, demorou meeeeses pra sair certo. Mas esse mérito não é meu não - é dele, que foi procurar vídeos no youtube de professores brasileiros explicando a pronúncia correta.





