Não é de hoje que escolas de inglês vem fechando em Dublin: no ano passado, por exemplo, foram mais de 10 escolas fechadas. Este ano já foram quatro, incluindo a escola onde eu estudava, a MEC. Há muita fábrica de vistos, muita falcatrua, mas também muita má administração.
Já falava-se que a MEC fecharia desde que eles perderam um selo de qualidade chamado ACELS em setembro de 2014. Aliás, o papo de que a MEC fecharia é antigo, mas nunca dei fé - afinal de contas, até ir pra um prédio melhor eles foram esse ano. Acredito que estavam investindo em maior e melhor infra-estrutura e tal.
Desde a Páscoa deste ano a escola estava sem aulas - durante a Páscoa as escolas tem mesmo uma pausa, mas eles não voltaram quando deveriam ter voltado. Várias discussões e dúvidas começaram a surgir nas redes sociais acerca do que estava acontecendo - até que saiu na RTÉ uma matéria sobre professores protestando sobre falta de pagamento. E desde então, foram semanas de intensa troca de informações entre alunos da instituição e alguns funcionários e professores no facebook. Inclusive muitos deles trabalharam como voluntários emitindo certificados pra quem já havia finalizado o curso (já que estavam sem ser pagos há semanas). Um dos meus professores (do qual já falei aqui no blog), se mostrou extremamente solícito e ajudou vários alunos.
Alguns brasileiros conseguiram reunir dados de alunos da MEC pra conversar a respeito da situação na embaixada brasileira, já que era quase certo que a escola tava pra fechar. O pessoal da embaixada, apesar de não poder fazer muito, se mostrou prestativo e disse que tentariam fazer o link entre alunos e Ministério da Educação.
O Links Legais de número quatro está no rascunho há um tempão mas só agora, depois de ter voltado do Brasil, é que consegui me organizar e fazer uma seleção bem bacana pra posteridade!
Como eu demorei, acumulei muitos links legais... haja tempo e coragem! Fique à vontade pra clicar em qualquer um deles (e me diga o que achou interessante e tal)! :)
Sobre bebês e crianças
Achei a reflexão proposta pela autora bem interessante
http://reconstruindohistorias.com/2015/03/01/voce-quer-ser-mae-ou-apenas-ter-um-bebe/
Os efeitos de excesso de elogios aos filhos - sempre observo isso com os pais das crianças que eu cuido e também das mães que vejo na escola do J.
http://www.herfamily.ie/parenthood/the-power-of-positive-feedback-child-psychologist-david-carey-on-the-affects-of-praise/213102?utm_source=Facebook&utm_medium=Promoted+Post&utm_campaign=HerFamily_March2015
Como eu demorei, acumulei muitos links legais... haja tempo e coragem! Fique à vontade pra clicar em qualquer um deles (e me diga o que achou interessante e tal)! :)
Sobre bebês e crianças
Achei a reflexão proposta pela autora bem interessante
http://reconstruindohistorias.com/2015/03/01/voce-quer-ser-mae-ou-apenas-ter-um-bebe/
http://www.herfamily.ie/parenthood/the-power-of-positive-feedback-child-psychologist-david-carey-on-the-affects-of-praise/213102?utm_source=Facebook&utm_medium=Promoted+Post&utm_campaign=HerFamily_March2015
Fotografia
A ideia que esse casal teve... que fotos lindas!
http://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2015/03/monte-roraima-vira-cenario-de-ensaio-para-noivos-antes-do-casamento.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1
http://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2015/03/monte-roraima-vira-cenario-de-ensaio-para-noivos-antes-do-casamento.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1
Eu, pessoalmente, não sou muito fã de arte urbana. Nada contra, mas não faz muito o meu estilo, sabe? De qualquer forma, eu já estava acostumada a ver diversos desenhos e gravuras (e também pichações) nas ruas da minha terra, São Paulo.
Aqui em Dublin sempre notei que há muito pouco, quase nada, de arte na rua. Quer dizer, ter tem, mas eu sempre achei que ela se concentra mais no centro. Nas ruas e muros dos bairros você não vê pinturas, desenhos, enquanto em SP, por exemplo, há sempre algum tipo de expressão artística, inclusive nas vilas e bairros!
Pro tema dessa vez eu não podia ir em nenhum outro lugar senão o Temple Bar! Localizado no centro da cidade, é uma espécie de 'área boêmia' da cidade, super turística com vários pubs e lojinhas.
Vamos começar?
Aqui em Dublin sempre notei que há muito pouco, quase nada, de arte na rua. Quer dizer, ter tem, mas eu sempre achei que ela se concentra mais no centro. Nas ruas e muros dos bairros você não vê pinturas, desenhos, enquanto em SP, por exemplo, há sempre algum tipo de expressão artística, inclusive nas vilas e bairros!
Pro tema dessa vez eu não podia ir em nenhum outro lugar senão o Temple Bar! Localizado no centro da cidade, é uma espécie de 'área boêmia' da cidade, super turística com vários pubs e lojinhas.
Vamos começar?
Já vim de São Paulo pra Dublin três vezes: na primeira, em 2013, voei de Turkish Airlines, que pesar de ser uma companhia incrível, me deixou na mão na volta e nunca se desculpou comigo. Acabei tendo que vir de Istambul pra Dublin pela British Airways, mas como eu estava cansada, passando por um estress muito grande, nem prestei atenção no vôo direito.
Na segunda vez que vim pra cá voei de KLM, no ano passado. O vôo foi cansativo porque não consegui dormir quase nada, mas no geral, gostei muito da qualidade da comida (e o sorvetinho) e do vôo no geral.
Esse ano fui e voltei de British Airways e pra mim, ela tá muito à frente das outras que já voei.
Tanto na ida como na volta nosso vôo teve atrasos - e nas duas ocasiões já estávamos dentro do avião esperando por volta de um hora. Fora esse detalhe, tudo ocorreu muito tranquilamente. Fizemos check-in pela internet e pegamos um assento meio/corredor, pra que pudéssemos levantar quando quiséssemos. Havia duas opções de prato principal pro jantar mas acabei escolhendo o frango com legumes - a porção não era muito grande e como estávamos com muuuuita fome, não foi suficiente, mas ok. Consegui dormir umas boas horas e pela manhã eles serviram o café - um típico English breakfast!
Na segunda vez que vim pra cá voei de KLM, no ano passado. O vôo foi cansativo porque não consegui dormir quase nada, mas no geral, gostei muito da qualidade da comida (e o sorvetinho) e do vôo no geral.
Esse ano fui e voltei de British Airways e pra mim, ela tá muito à frente das outras que já voei.
Tanto na ida como na volta nosso vôo teve atrasos - e nas duas ocasiões já estávamos dentro do avião esperando por volta de um hora. Fora esse detalhe, tudo ocorreu muito tranquilamente. Fizemos check-in pela internet e pegamos um assento meio/corredor, pra que pudéssemos levantar quando quiséssemos. Havia duas opções de prato principal pro jantar mas acabei escolhendo o frango com legumes - a porção não era muito grande e como estávamos com muuuuita fome, não foi suficiente, mas ok. Consegui dormir umas boas horas e pela manhã eles serviram o café - um típico English breakfast!
Cinemateca não morreu! Estou aqui!
Gente, sorry. Por conta daquela loucura de março - renovar o visto, preparativos pro Brasil, não consegui ver o filme #3, cujo tema era "filme com personagem principal feminina". Até achei que poderia falar de algum filme que vi esse ano (até agora 18) que encaixasse no tema e qual foi a minha surpresa ao ver que não, só vi filme de homem! Sério! Me deu até decepção e um pouco de vergonha.
Eu até tava querendo ver aquele "Still Alice", que deu o Oscar de Melhor Atriz pra Julianne Moore, mas ainda não deu. Mas eu ainda vou conferir esse filme, e quando o fizer, volto aqui pra contar sobre.
Gente, sorry. Por conta daquela loucura de março - renovar o visto, preparativos pro Brasil, não consegui ver o filme #3, cujo tema era "filme com personagem principal feminina". Até achei que poderia falar de algum filme que vi esse ano (até agora 18) que encaixasse no tema e qual foi a minha surpresa ao ver que não, só vi filme de homem! Sério! Me deu até decepção e um pouco de vergonha.
Não sei o que está acontecendo comigo.
Lembra da Bárbara, que odiava crianças? Aquela que dizia que nunca seria mãe, que bebês eram sem-graça, que crianças eram insuportáveis, etc, etc, etc?
Pois é.
Não sei onde aquela Bárbara está - deve ter ficado no Brasil, porque a Bárbara da Irlanda é diferente.
A Bárbara da Irlanda é babá há mais de um ano e meio e convive com crianças de segunda à sexta - já cuidou de uma faixa etária que vai de 1 ano e 3 meses pra quase 6 anos de idade.
A Bárbara da Irlanda tem amigas grávidas, recém-mães e outras amigas babás e sua timeline do facebook está repleta dessas pequenas criaturas.
Não sei se é porque estou na fase em que minhas amigas estão casando e tendo filhos e a aparição de crianças no cotidiano é maior ou se é alguma tipo de karma - a verdade é que se eu não me controlar, acabo falando de crianças com o R. o tempo todo. É inevitável. E tipo, não tô desesperada pra ser mãe ou nada do tipo (ainda tenho pavor de gravidez e muito medo de colocar a mão em barriga de grávida, vai entender). Eu acho que ter filhos não é pra qualquer um - tem que querer muito, tem que saber o que tá fazendo, tem que ter maturidade, experiência de vida, sabe?
Lembra da Bárbara, que odiava crianças? Aquela que dizia que nunca seria mãe, que bebês eram sem-graça, que crianças eram insuportáveis, etc, etc, etc?
Pois é.
Não sei onde aquela Bárbara está - deve ter ficado no Brasil, porque a Bárbara da Irlanda é diferente.
A Bárbara da Irlanda é babá há mais de um ano e meio e convive com crianças de segunda à sexta - já cuidou de uma faixa etária que vai de 1 ano e 3 meses pra quase 6 anos de idade.
A Bárbara da Irlanda tem amigas grávidas, recém-mães e outras amigas babás e sua timeline do facebook está repleta dessas pequenas criaturas.
Não sei se é porque estou na fase em que minhas amigas estão casando e tendo filhos e a aparição de crianças no cotidiano é maior ou se é alguma tipo de karma - a verdade é que se eu não me controlar, acabo falando de crianças com o R. o tempo todo. É inevitável. E tipo, não tô desesperada pra ser mãe ou nada do tipo (ainda tenho pavor de gravidez e muito medo de colocar a mão em barriga de grávida, vai entender). Eu acho que ter filhos não é pra qualquer um - tem que querer muito, tem que saber o que tá fazendo, tem que ter maturidade, experiência de vida, sabe?
Calma, explico: outro dia tava pensando com meus botões (e conversando com o R.): e se a Irlanda não fosse como é hoje, ou seja, se a Inglaterra nunca tivesse tido interesse aqui muito menos invadido e dominado a ilha por mais de 800 anos - as coisas seriam diferentes?
E a resposta, depois de matutarmos e até mesmo de discutirmos com amigos é que se isso tudo não tivesse acontecido, o mundo todo seria muito diferente.
A começar pela Irlanda em si: quando a Grande Fome aconteceu (expliquei nesse post aqui), o país continuou exportando comida (a mando da Inglaterra) enquanto centenas, milhares, milhões passavam fome. A bactéria que atingiu as batatas na Irlanda também atingiu outros países, mas diferentemente desses lugares, que mantiveram a produção de suas outras plantações no país e reduziram o preço dos alimentos para que a população pudesse ter acesso, a Irlanda sofreu consequências devastadoras.
Se a Inglaterra nunca tivesse invadido a Irlanda, a Grande Fome ainda teria acontecido, mas o resultado teria sido menos feroz (os tais 3 milhões que desapareceram daqui não seriam 3 milhões). Aliás, a população da Irlanda hoje seria muito, muito maior: métodos contraceptivos eram banidos até 1985, ou seja: por uns 100 anos depois da Fome. Se na época haviam 8 milhões aqui, eu suponho que hoje haveria muito mais. Também acho que a economia seria diferente e talvez o país seria menos Dublin-centered. Isso é só especulação, não dá pra saber, mas a lógica é que se tivesse mais gente espalhada, haveria mais lojas, comércio e serviço no interior do país tanto quanto (ou quase tanto) na capital.
E a resposta, depois de matutarmos e até mesmo de discutirmos com amigos é que se isso tudo não tivesse acontecido, o mundo todo seria muito diferente.
A começar pela Irlanda em si: quando a Grande Fome aconteceu (expliquei nesse post aqui), o país continuou exportando comida (a mando da Inglaterra) enquanto centenas, milhares, milhões passavam fome. A bactéria que atingiu as batatas na Irlanda também atingiu outros países, mas diferentemente desses lugares, que mantiveram a produção de suas outras plantações no país e reduziram o preço dos alimentos para que a população pudesse ter acesso, a Irlanda sofreu consequências devastadoras.
Se a Inglaterra nunca tivesse invadido a Irlanda, a Grande Fome ainda teria acontecido, mas o resultado teria sido menos feroz (os tais 3 milhões que desapareceram daqui não seriam 3 milhões). Aliás, a população da Irlanda hoje seria muito, muito maior: métodos contraceptivos eram banidos até 1985, ou seja: por uns 100 anos depois da Fome. Se na época haviam 8 milhões aqui, eu suponho que hoje haveria muito mais. Também acho que a economia seria diferente e talvez o país seria menos Dublin-centered. Isso é só especulação, não dá pra saber, mas a lógica é que se tivesse mais gente espalhada, haveria mais lojas, comércio e serviço no interior do país tanto quanto (ou quase tanto) na capital.
O motivo pelo qual eu fui ao Brasil na época da Páscoa este ano é muito simples: o casamento da minha prima Lu.
Pra quem não sabe, a Lu, além de minha prima, é minha irmã. São apenas 4 meses de diferença entre nós (e minha tia adora contar que quando a cegonha trouxe a Lu eu fiquei tão chateada que não aguentei esperar os 9 meses e vim um mês antes) e são muuuuuitas lembranças da infância, adolescência e vida adulta juntas.
Brincávamos de power rangers, criávamos peças de teatro, jogávamos bola, ouvíamos música, dançávamos Spice Girls, traduzíamos músicas dos Backstreet Boys, íamos pra faculdade juntas e por aí vai... Ela sempre esteve presente em todos os momentos da minha vida.
Brincávamos de power rangers, criávamos peças de teatro, jogávamos bola, ouvíamos música, dançávamos Spice Girls, traduzíamos músicas dos Backstreet Boys, íamos pra faculdade juntas e por aí vai... Ela sempre esteve presente em todos os momentos da minha vida.
Você deve ter percebido: o blog mudou.
Eu já queria mudar desde o fim de 2013, quando faria um ano que eu usava aquele layout da Bárbara com o cabelão rosa fazendo o B do nome do blog. O desenho havia sido feito pela Mari e o resto do layout eu mesma personalizei, com base num template base do blogger.
O tempo passou e eu notei que tinha muito, muito conteúdo perdido pelas tags do blog. É que aqui na plataforma do blogger não há como criar 'categorias' e 'tags', então fica tudo uma bagunça - e apesar deu ter arrumado e recatalogado tudo uma vez, não teria paciência de fazer tudo de novo (são mais de 540 posts!).
Sendo assim, enfiei na cabeça que queria um menu drop-down onde pudesse criar páginas pra agrupar todos os posts de determinado assunto que eu já escrevi. E como, olhando por cima, eu não saberia colocar um código desse no blog, resolvi contratar um serviço de layout inteiro. Achei algumas indicações no grupo do RotaRoots no facebook e depois de alguns orçamentos, encontrei um que cabia no meu bolso de intercambista e mandei ver!
Eu já queria mudar desde o fim de 2013, quando faria um ano que eu usava aquele layout da Bárbara com o cabelão rosa fazendo o B do nome do blog. O desenho havia sido feito pela Mari e o resto do layout eu mesma personalizei, com base num template base do blogger.
O tempo passou e eu notei que tinha muito, muito conteúdo perdido pelas tags do blog. É que aqui na plataforma do blogger não há como criar 'categorias' e 'tags', então fica tudo uma bagunça - e apesar deu ter arrumado e recatalogado tudo uma vez, não teria paciência de fazer tudo de novo (são mais de 540 posts!).
Sendo assim, enfiei na cabeça que queria um menu drop-down onde pudesse criar páginas pra agrupar todos os posts de determinado assunto que eu já escrevi. E como, olhando por cima, eu não saberia colocar um código desse no blog, resolvi contratar um serviço de layout inteiro. Achei algumas indicações no grupo do RotaRoots no facebook e depois de alguns orçamentos, encontrei um que cabia no meu bolso de intercambista e mandei ver!
Nessas férias em São Paulo acabamos ficando bastante em casa, relaxamos, vimos TV e coisa e tal. No entanto, R. e eu acabamos dando umas saidinhas pra encontrar amigos e eu não poderia deixar de falar de três lugares em específico que foram extremamente agradáveis!
1º - Museu da Língua Portuguesa
Acho que já fui nesse museu umas 4 vezes, sério! Nunca me canso de ver os computadores com as listas de palavras derivadas de línguas indígenas, espanhol, italiano; de assistir o vídeo de introdução com a narração da Fernanda Montenegro; de aprender mais sobre as origens e desenvolvimento da língua portuguesa. A verdade é que esse museu é um grande achado na cidade - pelo preço, localização e conteúdo (eu ainda amo o Museu do Ipiranga, mas ele está fechado e ficará por um bom tempo, o que é uma pena!).
Dessa vez, estive acompanhada de duas amigas que moraram comigo aqui em Dublin e agora já estão em suas casas no Brasil - uma no estado de SP e outra em Minas! Foi maravilhoso (e um pouco estranho) revê-las, dessa vez na minha terra-natal. Almoçamos pela Paulista e pegamos o metrô linha amarela pra chegar na estação da Luz, onde fica o museu.
1º - Museu da Língua Portuguesa
Acho que já fui nesse museu umas 4 vezes, sério! Nunca me canso de ver os computadores com as listas de palavras derivadas de línguas indígenas, espanhol, italiano; de assistir o vídeo de introdução com a narração da Fernanda Montenegro; de aprender mais sobre as origens e desenvolvimento da língua portuguesa. A verdade é que esse museu é um grande achado na cidade - pelo preço, localização e conteúdo (eu ainda amo o Museu do Ipiranga, mas ele está fechado e ficará por um bom tempo, o que é uma pena!).
Dessa vez, estive acompanhada de duas amigas que moraram comigo aqui em Dublin e agora já estão em suas casas no Brasil - uma no estado de SP e outra em Minas! Foi maravilhoso (e um pouco estranho) revê-las, dessa vez na minha terra-natal. Almoçamos pela Paulista e pegamos o metrô linha amarela pra chegar na estação da Luz, onde fica o museu.




