Cinemateca #3 e #4

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Cinemateca não morreu! Estou aqui!


Gente, sorry. Por conta daquela loucura de março - renovar o visto, preparativos pro Brasil, não consegui ver o filme #3, cujo tema era "filme com personagem principal feminina". Até achei que poderia falar de algum filme que vi esse ano (até agora 18) que encaixasse no tema e qual foi a minha surpresa ao ver que não, só vi filme de homem! Sério! Me deu até decepção e um pouco de vergonha.

Eu até tava querendo ver aquele "Still Alice", que deu o Oscar de Melhor Atriz pra Julianne Moore, mas ainda não deu. Mas eu ainda vou conferir esse filme, e quando o fizer, volto aqui pra contar sobre.

O mês de Abril tinha um tema bem legal: cinebiografia. Filmes desse tipo tem aos baldes e eu mesma vi um esse ano (que foi o tema do primeiro Cinemateca, então não vale). Ainda vou usar a minha desculpa de ter ido ao Brasil e dizer que não consegui ver nenhum filme novo, mas vou falar de um que vi esse ano, pode ser?

"The Theory of Everything"

Eu nunca tive interesse em ler ou saber muito sobre o físico Stephen Hawking. Sabia de pouquíssimas coisas acerca de sua vida e justamente por isso me surpreendi quando me vi apaixonada por esse filme já no trailer. O ator que o interpreta parecia igualzinho à ele e também por conta do ~romance~ entre ele e sua esposa, fiquei super curiosa pra assistir.



Assim que o filme estreou no cinema, fomos eu e R. assistir. E que delícia de filme! Porque apesar de tudo que acontece com Hawking (e não é pouca coisa), ele sempre manteve seu bom humor, seu jeitinho cheeky de ser. Descobrir que se tem uma doença degenerativa tão jovem e com um futuro acadêmico tão promissor não o derrubou - contrariando todas as expectativas, Stephen foi sobrevivendo - e apesar de, em poucos anos, ter perdido toda sua força física, capacidade de andar e até mesmo de mexer o corpo, se casou, teve filhos, conseguiu ser bem-sucedido em sua promissora carreira acadêmica, publicou livros e virou ícone no mundo inteiro.

O filme não foca muito em seus trabalhos científicos, a não ser uma ou outra menção ao que ele defendia e no qual acreditava. O foco principal é no Stephen e seu casamento, e como sua esposa sofreu e lutou ao seu lado por décadas até a separação.



Chorei, ri, me surpreendi e aprendi muito com esse filme. Eu tava torcendo demais pro Eddie Redmayne ganhar o Oscar de Melhor Ator porque ele fez um puta trabalho e não deu outra! Além de parecer muito fisicamente com o original, seus trejeitos, olhar, sorriso, é tudo muito bem colocado em cada cena.

(agora me diz se a caracterização do Eddie não ficou incrível?!)


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