Amsterdã, uma cidade lotada

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Amsterdã é uma cidade extremamente popular pra quem vem pra Europa - quase todo mundo que vem fazer um mochilão acaba includindo a capital da Holanda na lista. E não é à toa: canais lindos protegidos pela UNESCO, vibe animadíssima, possibilidade de fumar um baseado de buenas e pagar por serviços sexuais sem medo de ser feliz, já que é tudo dentro da lei.

Eu pessoalmente não tava interessada no ~movimento~ de lá a não ser o histórico, cultural, arquitetônico e bicicletístico. E até que fiquei satisfeita com o que vi, embora, honestamente, não tenha ficado fascinada com os canais - é que por morar em Dublin, uma cidade cortada por um rio e que possui diversas pontes pelo centro e também pela mesma ter um canal por onde pedalo todos os dias, a coisa romântica das pontes e da água não foi uma novidade, sabe? Mesmo assim, não deixa de ser bonito.


E cara, como as pessoas conseguem estacionar os carros ali? RESPECT.

Não há nenhuma proteção ou grade justamente pelos canais serem patrimônio histórico. Aliás, às vezes rolam acidentes de gente bêbada caindo por lá e/ou de bicicletas caírem ou serem jogadas na água. Eu, hein!


O centro de Amsterdã é cheio de turistas e não somente por isso você ouvirá diversos idiomas - são 176 nacionalidades diferentes morando por ali. Exatamente. Numa cidade de pouco mais de 800 mil pessoas, nada mal pra diversidade cultural, huh?

Mas cara... as filas... as filas! E os preços! Que cidade cara e cheia! Se você não se programar direito e não comprar ingressos com antecedência, caro amigo(a), você vai se dar mal. Nós não conseguimos comprar ingresso pra casa da Anne Frank pela internet (com meses antes já não tinha mais) e ainda fomos ingênuos de achar que se chegássemos lá cedo não ficaríamos na fila por muito tempo.

A verdade é que ao chegar lá na segunda às 9 da manhã, a fila já tinha um tamanho que levaria no mínimo duas horas pra gente conseguir entrar. Ficamos chateados, mas bola pra frente, né? Não perderíamos 2 horas preciosas em fila enquanto podíamos ver mais da cidade.

E foi o que fizemos - andamos mais pelos canais, tiramos foto, paramos num barzinho pra tomar um bom café-da-manhã, comprei meus postais e acabamos encontrando um street market que tava bombando - dessa vez, com muito mais holandeses do que eu tinha visto em qualquer lugar da cidade!





Caminhamos um bom tempo pelo mercado e decidimos seguir pra estação central pra pegar nosso trem pro aeroporto. O trem é ótimo, te deixa lá em 20 minutos e não é caro! Cidade de primeiro mundo é outra coisa, hein?

Amsterdã: não amei, não fiquei apaixonada. Me frustrei em diversos momentos por conta das multidões (e nem era verão ainda!) e os preços são de chorar. Em compensação, como tínhamos excelente companhia e conhecemos outras coisas maravilhas da Holanda, vim embora com uma ótima impressão dos holandeses e do país de forma geral. Tenho certeza que se voltasse, continuaria encantada com o interior da Holanda e suas surpresas!





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