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Nos dias em que estive em Nova York, não tive como não pensar em tantas músicas sobre a cidade. Ela tem um peso e uma influência na cultura pop, até difícil explicar, né? O fato é que pra quem gosta de cinema, música, arte, Nova York é mesmo indispensável. Espero ter a oportunidade de voltar outras vezes nessa vida!

Quando descarreguei as fotos da câmera e celular pro computador, levei um susto: eu tirei pouquíssimas fotos na cidade. Não sei se foi porque eu tava meio doente, ou porque realmente eu esteja tirando menos fotos, mas o fato é que foi até fácil selecionar as melhores como sempre faço pra imprimir depois - afinal, as opções de escolha eram bem mais limitadas!

Tentamos agrupar as atrações que queríamos visitar por região - assim, gastaríamos menos tempo no transporte público. Então ficou assim:

Dia 1 - Chegada, Brooklyn Bridge, caminhadinha pela região
Dia 2 - Top of the Rock, Central Park, Times Square
Dia 3 - DUMBO, ferry até a Estátua da Liberdade, Museu do 11 de Setembro, musical na Broadway
Dia 4 - High Line, prédio do Friends, algumas lojas que queríamos conhecer




Não é nada, na verdade. Não encostamos nem 1% na pontinha do iceberg, mas como eu falei, estava com as expectativas super ajustadas; sabia que não veríamos tudo, e nem queríamos ver tudo. Eu queria andar pela cidade, ver as pessoas, provar comidas - eu queria muito comer coisas gostosas em NY! - enfim, sair meio sem rumo, mas ao mesmo tempo, bater uns cartões em certos pontos turísticos porque ninguém é de ferro!

Começando pela ponte do Brooklyn. Essa é certamente uma das pontes mais lindas do mundo, e eu estava ansiosa pra conhecê-la. É bem fácil de chegar, e ela tem uma passarela tanto pra pedestres como ciclistas, então todo mundo pode atravessá-la. Fazia um sol delicioso de fim de tarde primaveril, e confesso que não foi tão sossegado quanto achei que seria: os locais brigavam pra usar a ciclovia que os turistas insistiam em ocupar.

Apesar do vuco-vuco, a vista lá de cima é linda, e a estrutura da ponte, ainda mais incrível!








Mas como eu disse, eu tava meio febril, e minha energia começou a se esvair... então, só demos mais uma volta, comemos num restaurante por ali e pegamos o metrô de volta pra dormir cedo.

No dia seguinte, fomos tomar café num local indicado pela nossa host... e sinto muito, muito mesmo, mas esses posts sobre Nova York serão o maior #blogueirafail da história: não anotei nome de nada! Era um café super hiper blaster hipster, e a comida tava deliciosa. Aliás, comemos muito bem na cidade, as expectativas foram sim atingidas!

Enfim, seguimos pras próximas atrações, que foram o Top of the Rock, Central Park e Times Square.

A gente tava muito na dúvida se subíamos o Empire State Building ou não, e muita gente deu a dica que na verdade, subir o Top of the Rock era mais jogo porque de lá você consegue ver o Empire State - e faz sentido, né? Ficamos dando uma volta pelo Rockefeller Centre e fiquei babando no povo patinando no gelo, só faltaram as luzes de Natal, rs. Chegando lá, resolvemos subir no andar mais alto, afinal de contas, tá na chuva é pra se molhar, né? Só se prepara pra ouvir o rombo: 75 dólares por pessoa, POR PESSOAAAAAA. É caríssimo, ridiculamente caro, e na verdade, nem é necessário. Mas, novamente, aquela história: não sei quando estaremos em NY novamente....











A vista lá de cima é espetacular, são tantos e tantos prédios a perder de vista! Morando em Dublin nesses últimos anos já me desacostumei a ver tanto prédio gigante junto, e foi maravilhoso reconhecer tantos desses em NY. Ficamos lá em cima um tempão tirando fotos, entramos no saguão pra sentar, voltamos pra mais fotos... e vimos até um casal asiático fazendo suas fotos de casamento por lá! Adoro!

Seguimos pra um outro clássico de Nova York: o Central Park. Nem precisa falar nada sobre esse parque gigantesco no meio da cidade, né? Ele cobre uma área enorme de Manhattan, e é sim maravilhoso e enorme. Já disse que ele é super grande? Pois é! Uma loucura! Mas nem tentamos conhecer o parque todo, porque isso é impossível de fazer em poucas horas. Então demos uma volta, fizemos uns cliques e ficamos observando a vida nova iorquina se misturar à vida dos turistas...

Aqui em Dublin também temos parques urbanos, mas vou dizer uma grande diferença dos parques dublinenses pro Central Park: aqui, uma vez que você entra no parque, você meio que esquece que tá na cidade. Não se ouve carro, barulho, nada. Já em NY, não tem como esquecer: você olha pra cima  vê prédio, sem contar que a cada 5 minutos passa uma ambulância fazendo barulho de sirene. Aliás, esse é um barulho constante, depois de uns dias você meio que acostuma, faz parte do background.






Nem lembro direito o que fizemos depois disso, mas só sei que demos mais umas voltas e fomos andando até a Times Square. Eu queria muito ver esse lugar à noite, e por mais que todo mundo diga que é super turistão, que não vale a pena, que é uma bagunça, eu tinha que ver, tinha que sentir a energia de estar num lugar tão icônico desse. E vou dizer: não me arrependo de absolutamente nada! Foi maravilhoso! É sim uma loucura, um rio de turistas, de luzes, de outdoors gigantes, mas ao mesmo tempo, tudo encontra sua harmonia, seu lugar. Amei ver os táxis amarelos passando, as luzes, as cores... caiu a ficha, eu estava mesmo em Nova York!






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