2 anos de viagem com criança: o que aprendi

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Agora que minha filha está prestes a completar 2 anos de idade e tendo voltado da nossa viagem mais recente até a Africa do Sul agora em abril, venho pensando em todas as vezes que já viajamos com ela... e não foram poucas. E com todas essas viagens de ônibus, carro, trem e avião, acho que acumulei umas boas horas de trânsito e algumas dicas do que funcionou, do que não funcionou e de como tentar minimizar ao máximo o perrengue inevitável que é viajar com criança pequena!


Porque isso é fato: viajar com criança é perrengue. Algumas vezes mais, outras menos, mas algum nível de perrengue vai ter. E eu entendo, tem gente que prefere evitar porque é cansativo. Conheço pessoas que viajavam bastante antes de filhos e depois deram uma diminuída no ritmo; outros, que acho que é mais o meu caso, continuam viajando, ainda que com concessões.


A minha primeira conclusão é que é MUITO MAIS FÁCIL viajar com criança antes de um ano, ou pelo menos antes de começar a de fato andar. Enquanto bebês, é mais fácil de carregar no colo, segurar no avião, etc. Embora pareça que dê mais medo, bebê pequeno é mais maleável, vai com você pra qualquer canto, basta colocar no carrinho ou no canguru. Já crianças mais "móveis" não aguentam ficar muito paradas, exigem mais interação, e querem andar ou ficar de pé quando não é necessariamente possível. Pensando nas nossas viagens aqui, eu sofri mais no avião quando a P tava maior, mais pesada, mais crescida.




Férias em São Paulo - 2026

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Em janeiro desse ano passamos pouco menos de 20 dias de férias em São Paulo, acho que uma das nossas estadias mais curtas por lá. Como está nos nossos planos ir novamente ainda esse ano - para o Natal - tivemos que guardar e distribuir bem os dias de férias.


Essa foi nossa terceira vez viajando com a P pra lá e honestamente, a mais difícil - pelo menos no aeroporto e avião! Primeiro porque, por culpa totalmente minha, não levei meu passaporte irlandês, o que me rendeu um estresse monstruoso na ida achando que eu ficaria parada na imigração inglesa em Heathrow (o que não aconteceu pois não tem imigração daqui pra lá e por sorte, voltamos por Madrid, então não teria problema). Segundo porque, por ela estar grandinha, foi mais desconfortável ficar com ela no colo, fazer ela dormir, etc. Mas como eu sempre digo: a viagem de avião em si é a parte mais fácil, porque tem tempo contado e vai acabar, por mais que pareça infinita.


Chegando em SP, levamos uns dias pra acertar o fuso, porque embora sejam apenas 3h, toda a questão da claridade e clima afetam o relógio biológico e dona mocinha tava acordando muito mais cedo do que o normal. Aliás, algumas noites foram bem difíceis, principalmente a noite antes de voltarmos pra Irlanda. Mas isso não vem ao caso.


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